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Pesquisa do governo Doria: 84% dos pais querem vacinar filhos contra Covid

Levantamento foi feito pela Fundação Seade e entrevistou 1.126 pessoas por telefone em todas as regiões do estado

Por Redação VEJA São Paulo Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
Atualizado em 10 jan 2022, 11h49 - Publicado em 10 jan 2022, 11h44

Uma pesquisa de percepção feita por telefone por técnicos da Fundação Seade (Sistema Estadual de Análise de Dados) e que ouviu pais e mães residentes no estado de São Paulo indicou que 84% deles pretendem levar seus filhos de 5 a 11 para serem imunizados contra a Covid-19.

Os resultados foram apresentados durante a reunião de secretários do governo João Doria (PSDB).

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A sondagem foi feita no dia 6 deste mês, última quinta-feira, no mesmo dia em que o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anunciou a inclusão da versão pediátrica do imunizante da Pfizer no PNI (Plano Nacional de Imunizações).

Foram entrevistadas 1.127 pessoas por telefone em todas as regiões do estado. Elas responderam a nove perguntas: se é ou não responsável por crianças de 5 a 11 anos; se pretende vacinar os filhos contra a Covid; se algum deles frequenta creche ou escola; se o pais ou responsáveis já tomaram o imunizante; sexo; idade; grau de instrução; renda familiar e se acha ou não importante vacinar a criança . A pesquisa não informa quais foram os critérios para definição de amostragem e total de municípios.

Segundo o levantamento, 87% dos entrevistados que moram na região metropolitana de São Paulo pretendem vacinar os filhos. No interior, esse número é menor, de 81%.

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Quando o recorte é feito apenas entre aqueles pais e responsáveis que já tomaram a dose de reforço, o índice sobe para 91%.

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Por outro lado, um em cada dez entrevistados em todo o estado considera nada importante vacinar as crianças dessa faixa etária. No estado, a média dos que avaliam dessa foram é de 82%, com diferenças entre o interior (78%) e região metropolitana (86%).

Homens, pessoas com ensino superior e com renda mais elevada –acima de três salários mínimos– são aqueles que dão menos importância à vacina. Entre as mulheres, 85% acham muito importante a vacinação, parcela que decresce para 76% entre os homens.

Os dados indicam que quanto maior a escolaridade, menor é a importância que os pais dão para a imunização de seus filhos contra a Covid-19. Para 90% daqueles com pouca escolaridade –ou que completaram apenas o ensino fundamental– é muito importante vacinar os filhos. Entre aqueles que têm ensino médio, o índice é de 87%, e os que têm ensino superior, apenas 74%.

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Pais de filhos que estudam em creche ou escola particular dão menos importância à vacina (74%) do que aqueles que têm seus filhos matriculados em creches ou escolas públicas (88%). Na média do estado, esse índice é de 82%.

Vacinação
O primeiro lote de vacinas pediátricas da Pfizer tem previsão de chegar ao Brasil na próxima quinta-feira, dai 13.

Se isso de fato ocorrer, é possível que São Paulo dê início à imunização já no dia 14, segundo afirmou o secretário-executivo do Ministério da Saúde, Rodrigo Cruz.

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