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Laudo do IML aponta motivo da morte de voluntário da CoronaVac

A Anvisa chegou a suspender os testes da vacina alegando "evento adverso grave"

Por Redação VEJA São Paulo Atualizado em 12 nov 2020, 18h46 - Publicado em 12 nov 2020, 18h31

A morte de um voluntário que participava dos testes da CoronaVac foi causada por uma intoxicação aguda por agentes químicos. A pessoa ingeriu uma combinação de medicamentos e, portanto, sua morte não tem relação com a vacina.

De acordo com informações da TV Globo, o exame toxicológico detectou a presença de álcool no sangue, grande quantidade de sedativos e um analgésico cirúrgico cem vezes mais potente que a morfina. A pessoa não consumiu drogas ilícitas.

Na segunda-feira (9), a Anvisa chegou a suspender os testes do imunizante alegando um “evento adverso grave” em um dos voluntários. A imprensa noticiou no dia seguinte que a causa do óbito fora suicídio, conforme indica boletim de ocorrência da Polícia, e os testes foram retomados na quarta (11).

O diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, disse que a Anvisa foi notificada do evento adverso no dia 6 de novembro. Em coletiva de imprensa, o órgão alegou que não recebeu todas as informações e que seguiu critérios técnicos para a pausa dos testes.

Nesta quinta-feira (12), o presidente Jair Bolsonaro indicou um tenente-coronal para um cargo de diretor na Anvisa.

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