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Hospital de campanha no Pacaembu começa a receber pacientes com Covid-19

Local tem capacidade para 200 leitos e deve receber apenas pacientes de média e baixa complexidade

Por Redação VEJA São Paulo Atualizado em 6 abr 2020, 12h21 - Publicado em 6 abr 2020, 11h12

O hospital de campanha montado pela Prefeitura de São Paulo no estádio do Pacaembu começa a receber nesta segunda-feira (6) pacientes diagnosticados com a Covid-19. O local foi instalado em dez dias em uma tenda de 6 300 metros quadrados e será administrado pelo Hospital Albert Einstein, cuja equipe terá cerca de 500 profissionais de saúde.

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Serão encaminhados ao hospital provisório pacientes de média e baixa complexidade que estiverem internados nas unidades de saúde das redes municipais. A previsão é que cada doente fique internado por 14 dias.

O local funcionará a portas fechadas e quem tiver sintomas não deve procurar atendimento por lá. Apenas pacientes diagnosticados com o novo coronavírus serão transferidos da rede municipal de saúde.

A Prefeitura também está em fase final de construção de outro hospital do gênero, no Anhembi, zona norte da cidade. O local terá 1 800 leitos e as vagas também serão disponibilizadas para quadros menos graves.

Outros estádios paulistanos já puseram suas dependências à disposição. O São Paulo ofereceu toda a infraestrutura do clube, incluindo o Morumbi. Já o Palmeiras autorizou sua arena, o Allianz Parque, a receber a campanha de vacinação contra a gripe. A iniciativa é importante para diminuir a sobrecarga do sistema de saúde e ajudar a diferenciar os pacientes com gripe dos que têm a Covid-19.Nas redes sociais, o Corinthians afirmou que o estádio em Itaquera, o Centro de Treinamento Joaquim Grava e o Parque São Jorge estão à disposição. O Club Athletico Paulistano também ofereceu suas dependências.

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