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Dois últimos pacientes do Hospital de Campanha do Pacaembu têm alta

Prefeitura encerrou as atividades na instalação nesta segunda-feira (29)

Por Redação VEJA São Paulo - Atualizado em 29 Jun 2020, 19h22 - Publicado em 29 Jun 2020, 19h21

A prefeitura de São Paulo afirmou que os dois últimos pacientes que estavam internados no Hospital de Campanha do Pacaembu tiveram alta na manhã desta segunda-feira (29). O equipamento será fechado após decisão da gestão, divulgada na última sexta-feira (26).

“Desde o dia 1º de junho, a taxa de ocupação dos leitos dos hospitais de campanha e de enfermaria da prefeitura de São Paulo vem caindo. Estamos há quatro semanas em queda nessa taxa. E nos últimos dez dias estamos abaixo dos 50%. Então, isso dá tranquilidade para fechar os 200 leitos do hospital do Pacaembu”, explicou o prefeito Bruno Covas (PSDB) na ocasião.

De acordo com informações da Secretaria Municipal da Saúde, desde a inauguração da instalação, no início de abril, o local atendeu 1 515 pacientes com a Covid-19. Covas disse também que o gasto final com o hospital foi abaixo do esperado: o custo inicial era de 28,4 milhões de reais, e, segundo a prefeitura, foram gastos 23 milhões de reais.

Os equipamentos comprados para o endereço serão transferidos para outros hospitais municipais. “Todo o conjunto (respiradores, oxímetros, camas, colchões) serão transferidos para três hospitais (São Miguel Paulista, Cidade Tiradentes e Itaquera) que estão em regiões onde o inquérito sorológico apontou maiores maiores índices de mortalidade”, disse o secretário da saúde, Edson Aparecido.

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No local, voltado para casos de baixa e média complexidade, ocorreram 3 óbitos. Dos pacientes que passaram por lá, 54% eram do gênero masculino e 51%, idosos. A instalação contava com 588 profissionais.

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