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Butantan vai substituir lotes da CoronaVac interditados pela Anvisa

Órgão brasileiro suspendeu total de 12 milhões de doses que foram produzidas em fábricas não vistoriadas

Por Redação VEJA São Paulo 14 set 2021, 16h52

O governador João Doria determinou, nesta terça-feira (14), que o Instituto Butantan providencie novas doses da CoronaVac junto à Sinovac para substituir os lotes de vacinas que estão interditados pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Dos cerca de 12 milhões de doses do imunizante interditados por terem sido produzidos em uma fábrica da biofarmacêutica não vistoriada pelo órgão de Saúde, 4 milhões delas foram aplicadas em São Paulo.

“Não podemos ter doses bloqueadas em meio a uma pandemia. A população precisa de vacinas. Por isso, determinei ao Butantan o remanejamento de vacinas para suprir as que estão interditadas. Nós precisamos de celeridade. Por isso, as novas doses virão de fábricas vistoriadas pela Anvisa para pronta aplicação”, disse Doria.

Em nota, o governo paulista diz que o Butantan, enquanto tenta junto à Anvisa a liberação das cerca de 8 milhões de doses da CoronaVac com uso suspenso, contratou um novo lote de 5 milhões de doses da vacina da Sinovac, produzidas em fábrica já vistoriada. O lote com esses imunizantes está previsto para chegar à capital na próxima semana.

O Instituto Butantan também vai enviar ao Ministério da Saúde, nesta quarta-feira (15), 6,9 milhões de doses da CoronaVac produzidas nacionalmente com IFA (Insumo Farmacêutico Ativo) proveniente de fábrica na China certificada pela Anvisa. 

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