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Água Rasa e Pari têm maiores taxas de mortes por coronavírus em SP

Bairros concentram maior número de óbitos confirmados ou suspeitos pelo vírus

Por Redação VEJA São Paulo 28 abr 2020, 09h09

Água Rasa, Pari, Artur Alvim, Limão e Alto de Pinheiros são os bairros que registraram o maior número de mortes suspeitas ou confirmadas pelo novo coronavírus a cada 100 mil habitantes na capital paulista, segundo o mapa epidemiológico divulgado nesta segunda-feira (27) pela Prefeitura de São Paulo. As informaç��es são do site G1.

De acordo com o mapa, as mortes continuam concentradas na periferia da cidade. Os dados mostram que, na Água Rasa, na zona leste, foram 47,2 mortes registradas por grupo de 100 mil pessoas na semana epidemiológica terminada em 24 de abril. O bairro registrou 39 mortes confirmadas ou suspeitas neste período e tem 82 564 mil moradores, segundo os números da subprefeitura local.

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No Pari, também na zona leste, foram registradas nove mortes confirmadas ou suspeitas de coronavírus até 24 de abril, e também chega a incidência de 47,2 mortes por grupo de 100 mil.

A Brasilândia, na zona norte de São Paulo, continua sendo o distrito com maior número absoluto de mortos em São Paulo, segundo o mapa da Prefeitura. O bairro passou de 54 para 81 mortes por coronavírus confirmadas ou suspeitas. Crescimento de 39% em apenas sete dias. Por grupo de 100 mil habitantes, a Brasilândia tem 28,7 mortes.

Em toda a cidade de São Paulo, a prefeitura registrou 2 688 óbitos confirmados ou suspeitos na semana epidemiológica até 24 de abril. Em Artur Alvim, ainda na zona leste, foram 45 mortes, alta de 50% em uma semana. O bairro está na terceira posição em concentração de óbitos, registrando 44,7 mortes por 100 mil pessoas.

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Mesma situação do Limão, na zona norte, que acumulou 34 óbitos por coronavírus na última semana, uma taxa de 42,7 mortes por 100 mil habitantes.

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