SP-Arte 2017: festival acontece entre quinta (6) e domingo (9)

Visitas guiadas gratuitas, arte japonesa e setor repertório são as grandes novidades da edição

Sufocamento #34, de Pedro David, será apresentado no estande da Blau Projects

Sufocamento #34, de Pedro David, será apresentado no estande da Blau Projects (Cortesia Blau Projects/Veja SP)

A SP-Arte entra em sua 13ª edição com novo sobrenome: Festival Internacional de Arte de São Paulo. O evento acontece entre quinta (6) e domingo (9), no Pavilhão da Bienal, com a presença de 159 galerias (134 de arte moderna e contemporânea e 25 de design) de doze países. O negócio que há muito deixou de ser apenas uma plataforma comercial transborda os limites do prédio.

Neste ano, ao menos 180 eventos paralelos tomam espaços culturais da metrópole, incluindo aberturas de exposições, performances, lançamento de livros, coquetéis, debates e festas. Não à toa, justamente em função da SP-Arte e da Bienal, São Paulo é hoje considerada uma das dez cidades mais influentes do globo quando o assunto é arte.

Confira os destaques da programação e as grandes novidades da edição:

Starry Pumpkin, de Yayoi Kusama, integra o estande da Japan House que apresenta artistas nipônicos

Starry Pumpkin, de Yayoi Kusama, integra o estande da Japan House que apresenta artistas nipônicos (Cortesia de Ota Fine Arts, Tokyo/Yayoi Kusama/Veja SP)

Arte japonesa: Obras de Yayoi Kusama, como Starry Pumpkin, são sempre um chamariz de público. Outros artistas japoneses nem tão conhecidos por aqui também serão representados em peso. Fique de olho no estande da Japan House e das galerias Taka Ishii e White Rainbow.

Circle for Sally, de Richard Long integra o setor Repertório

Circle for Sally, de Richard Long integra o setor Repertório (José Luiz Gutiérrez/Veja SP)

Referências mundiais: Nomes célebres como o italiano Michelangelo Pistoletto e o britânico Richard Long, fazem parte do novo setor da feira, o Repertório. Formado por dezesseis galerias nacionais e estrangeiras, o núcleo mostra trabalhos de artistas importantes nascidos até os anos 50.

Alexandre Heberte apresenta seu trabalho no estande do projeto Melissa Meio-Fio

Alexandre Heberte apresenta seu trabalho no estande do projeto Melissa Meio-Fio (Vtao Takayama/Veja SP)

Talentos urbanos: O projeto Melissa Meio-Fio buscou artistas periféricos ao tradicional mercado de arte para apresentar sua produção na feira. Alexandre Heberte, Linn da Quebrada e Tasha e Tracie — que têm a cidade de São Paulo como inspiração — compõem uma mostra num estande especial.

Visitas guiadas gratuitas: nove trajetos de 45 minutos cada

Visitas guiadas gratuitas: nove trajetos de 45 minutos cada (Pétala Lopes/Veja SP)

Visitas guiadas: Chega de ficar perdido pelos três andares do prédio da Bienal e pelas centenas de estandes que cabem ali. Nesta edição, curadores selecionados pela equipe da feira vão guiar grupos de quinze pessoas e indicar obras imperdíveis e artistas destacados. São nove trajetos divididos por temas que têm a duração de 45 minutos cada um. As inscrições gratuitas devem ser feitas pelo e-mail visitas@sp-arte.com.

Pavilhão da Bienal. Parque do Ibirapuera, portão 3. Quinta (6) a sábado (8), 13h às 21h; domingo (9), 11h às 19. R$ 45,00.

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