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Radar cultural: as atrações boas, as ruins, as lotadas e as tranquilas em 2014

No retrospectiva dos programas culturais, as filas nem sempre foram sinônimo de algo imperdível

Por Daniel Bergamasco e Meriane Morselli Atualizado em 5 dez 2016, 13h40 - Publicado em 26 dez 2014, 23h00

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As longas filas foram um marco das atrações culturais da cidade em 2014. Seja para aproveitar o que era exibido ou apenas para garantir uma boa selfie no Instagram, o público foi atrás de Yayoi Kusama e outras tantas exposições.

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Ao mesmo tempo, deixou tranquilo o espaço para quem procurou a exposição de Hans Hartung ou peças como Jesus Cristo Superstar, sem falar da Bienal de Arte, no Ibirapuera.

Abaixo, um balanço do que foi bom e ruim entre esses sucessos e títulos mais tranquilos.

 

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