Por Dentro da Bienal: entenda a obra em forma de oca indígena

Rituais, rodas de discussão e saraus são apresentados na construção criada pelo paraense Bené Fonteles

Quer entender melhor as obras da 32ª Bienal de São Paulo? A VEJA SÃO PAULO fez uma série de entrevistas com alguns dos artistas participantes para que você fique por dentro da criação e produção de algumas obras emblemáticas. 

Neste segundo capítulo, o paraense Bené Fonteles conta sobre a obra Ágora: OcaTaperaTerreiro, construção de 25 metros de extensão que remonta uma oca indígena. 

+ Por Dentro da Bienal: entenda a obra em forma de restaurante

Além de artista, Fonteles é ativista, compositor, músico, escultor e xamã. Sua construção de teto de palha e paredes de taipa reproduz uma oca indígena e, em seu interior, é oferecida uma extensa programação com rodas de discussão, performances e rituais apresentados em sessões para oitenta pessoas.“Meu maior desafio foi construir sem cavar um buraco no piso de um prédio icônico”, conta Fonteles, referindo-se ao edifício projetado por Oscar Niemeyer.

 

 

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