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Podemos olhar para o nosso mundo interno, com Daniel Cunha

Integrante do podcast Coemergência, o jornalista fala sobre o aprendizado de identificar estados mentais mais sutis e resgatar a sensibilidade

Por Helena Galante Atualizado em 14 dez 2020, 15h13 - Publicado em 14 dez 2020, 00h10

Escovar os dentes não é um fazer biologicamente programado, certo? Mas em algum momento da história entendemos a importância desse hábito e o incorporamos à nossa rotina. Por que não fazer o mesmo com a prática de olhar para os nossos estados mentais? O questionamento do jornalista Daniel Cunha está no centro da conversa com Helena Galante no episódio #79 do podcast Jornada da Calma. “Talvez seja a coisa mais potente que a gente tenha pra fazer”, conta Daniel, um dos nomes à frente do podcast Coemergência.

Dedicado ao estudo das práticas contemplativas, ele conta que nem sempre esteve atento aos seus pensamentos e emoções. “Foi o diagnóstico de uma doença, da esclerose múltipla, que me despertou pra ir atrás da sensibilidade perdida.” No processo de tratamento, acabou conhecendo as tradições contemplativas. “Há um efeito dos pensamentos sobre a saúde. Eu vinha cultivando um ambiente tóxico dentro de mim, mas fui capaz de reconhecer isso e então me interessar por cultivar outra mente, outro mundo interno.”

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