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“Não no meu quintal” parte 2: em São Paulo

Raul Juste Lores e Sérgio Quintella mostram como essas oposições polêmicas são bem mais comuns em São Paulo do que se imagina

Por Raul Juste Lores 25 fev 2020, 00h10

Na segunda parte do podcast #SPsonha dedicado às polêmicas com os movimentos “Não no meu quintal”, Raul Juste Lores e Sérgio Quintella mostram como essas oposições são bem mais comuns em São Paulo do que se imagina. Moradores da Vila Leopoldina e de Maresias pressionam contra moradia popular na vizinhança; de shows e jogos proibidos no Pacaembu por conta dos vizinhos às estações de metrô na USP e em Higienópolis que também foram canceladas por pressões.

Conjuntos habitacionais populares (às vezes, até para a classe média) acabam sendo empurrados fora dos bairros centrais pelo poder de lobby dos mais privilegiados. A população do chamado centro expandido é quase a mesma ha vinte anos, enquanto as zonas Sul e Leste não param de crescer (muitas vezes, pagando alugueis e metros quadrados dignos das áreas centrais onde há barreiras legais para se crescer).

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