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Menos prepotência, mais essência, com Aline Matulja

A engenheira ambiental fala sobre trocar a degeneração pela regeneração: "A ecologia profunda é muito sobre autoconhecimento"

Por Helena Galante Atualizado em 8 jan 2021, 19h50 - Publicado em 11 jan 2021, 00h10

Você tem vontade de viver a vida de maneira mais sustentável – mas talvez não saiba por onde começar? Precisa conhecer, então, o trabalho da engenheira ambiental Aline Matulja, convidada de Helena Galante para o episódio #83 do podcast Jornada da Calma. Focada em desenvolver um senso de ecologia profunda e sustentabilidade sem neura, Aline é professora na plataforma Yam e trabalha em mutirões, seja para plantar uma agrofloresta ou construir banheiros em comunidades sem saneamento básico.

“Quem resolve trabalhar com causas ambientais costuma ir por um caminho que traz muita frustração que é o do ‘Eu vou salvar o mundo’. Esse ‘eu’ já está tão isolado que, nesse pensamento, você não vai salvar nada. Nós vamos salvar o mundo – e um ‘nós’ muito maior do que a comunidade humana”, afirma. No propósito de reintegrar a comunidade humana nos ecossistemas, os desafios são grandes e sistêmicos. Como lidar, então? “A primeira coisa é dar uma grande respirada profunda. Assim retomamos um sentimento menos prepotente, de humildade em relação a toda existência.” É o primeiro passo para o contato com a nossa essência.

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