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Ex-motoboy que foi alvo de racismo abre empresa que ajuda jovens a entrar no mercado de trabalho

Matheus Pires ganhou notoriedade em agosto quando um vídeo viralizou com sua reação diante de comentário preconceituosos

Por Redação VEJA São Paulo - Atualizado em 28 set 2020, 17h39 - Publicado em 28 set 2020, 17h38

Matheus Pires, 19, o jovem que ganhou destaque nas redes sociais após ser vítima de racismo, criou uma empresa voltada para a inserção de novos talentos no mercado de trabalho. Quando trabalhava como motoboy em Valinhos, no interior paulista, Pires foi alvo de ofensas de um morador de um condomínio e sua reação chamou atenção nas redes sociais.

Depois do episódio Matheus teve uma reviravolta na sua vida profissional. Ele voltou a trabalhar com conteúdo digital e edição de vídeo e foi contratado por uma agência de publicidade. Junto com outros amigos, criou recentemente a empresa Clã em Rede, que promete dicas para profissionais do mundo digital em especialidades como edição de vídeo e webdesign.

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“A ideia é dar uma força a quem quer ingressar na área a criar um produto que possa ser mostrado aos donos de agências de publicidade. Também vamos oferecer conteúdos para relacionamento com clientes”, desse Matheus, em entrevista para o UOL.

Em um vídeo publicado no dia 24 de setembro ele dá dicas sobre como ter foco para conseguir novos clientes. Confira:

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Um velho ditado diz, não procure pêlo em ovo. Ou seja, não perca tempo procurando em algum lugar algo que você não vai encontrar. Dessa vez o Matheus apresenta um pensamento que é fundamental para quem quer atingir seu público e clientes, TER FOCO onde eles estão. #relacionamentocomcliente

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