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Executivo da Nike confessa que cometeu assassinato durante a adolescência

Larry Miller foi preso pelo crime: "por anos eu tentei esconder"

Por Redação VEJA São Paulo Atualizado em 16 out 2021, 17h01 - Publicado em 16 out 2021, 16h58

Larry Miller, 72, confessou durante entrevista que cometeu um assassinato quando era adolescente. O presidente da Jordan Brand, marca do ex-jogador Michael Jordan, da Nike, que patrocina times com o Paris Saint-Germain, falou sobre o caso em entrevista para a revista Sports Illustrated.

“Isso estava me consumindo por dentro”, disse ele, sobre o segredo, de acordo com a BBC. O caso ocorreu quando ele era membro de uma gangue nas ruas da Filadélfia, cidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, e tinha 16 anos de idade. Ele cumpriu pena por assassinato.

Desde os 13 anos, Larry era da gangue da Cedar Avenue. De acordo com ele, nessa época, bebia todos os dias e o assassinato ocorreu após um amigo ser morto por um membro de uma gangue rival. Com 16 anos, Larry estava bêbado e saiu com três amigos com um revólver .38, em busca de vingança.

O crime ocorreu em 30 de setembro de 1965, quando ele matou Edward White, de 18 anos, com um tiro no peito, a primeira pessoa que ele encontrou. “Isso é o que torna as coisas ainda mais difíceis, não foi por nenhuma razão. Por anos eu fugi disso, tentei esconder e esperava que as pessoas não descobrissem”, disse ele, que trabalha na Nike desde 1997. Larry afirmou ainda que nunca escondeu que cumpriu pena na prisão durante entrevistas de emprego.

Para a BBC, a Nike disse que acredita em segundas chances. “Estamos orgulhosos de Larry Miller e da esperança e inspiração que sua história pode oferecer”.

 

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