Clique e assine por apenas 5,90/mês

Defesa realista do patrimônio histórico, com Raul Juste Lores

O redator-chefe da Vejinha conversa sobre imóveis tombados e como tornar mais fácil a vida de quem mora, trabalha ou preserva um local assim

Por Redação VEJA São Paulo - Atualizado em 14 fev 2020, 15h57 - Publicado em 24 set 2019, 06h00

Como facilitar a vida de quem mora ou trabalha em um prédio tombado, e reverter a ideia de que o tombamento é uma sentença de desvalorização instantânea? Um grupo de síndicos, condôminos e administradores de imóveis históricos se ajuda em temas que vão da manutenção à burocracia e para simplificar incentivos ainda pouco utilizados.

O podcast #SPsonha, do redator-chefe da Vejinha, Raul Juste Lores, recebe Marco Aurélio Braga, Vivian Barbour e Marcone Moraes para conversar sobre o assunto. O primeiro é síndico do edifício São Nicolau. Vivian trabalha no Edifício Itália e Marcone é diretor da Galeria do Rock.

A Galeria do Rock, localizada no centro da cidade de São Paulo

“O que falta no debate da preservação é um choque de realidade, de prática. Políticas bem intencionadas que não olham para quem mora ou usa os imóveis tombados”, afirma Vivian Barbour. “Se um imóvel tombado não tem uso, está fadado à deterioração. O uso parece não ser levado em conta por alguns preservacionistas”, complementa Marcone Moraes.

Escute o podcast #SPSONHA nas plataformas YouTubeSpotifyDeezer, SoundCloud e Google Podcast #SPSonha.

Não sabe como ouvir podcast? Clique aqui para ver o passo a passo.

 

 

Continua após a publicidade
Publicidade