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Circo de Borracha traz narrativa simples e divertida

Espetáculo do Grupo DoisPierre mistura a linguagem teatral e a circense

Por Tatiane Rosset Atualizado em 5 dez 2016, 16h40 - Publicado em 1 nov 2012, 19h50

Especializado em unir a linguagem circense ao teatro, o Grupo DoisPierre acerta em sua primeira montagem, Circo de Borracha. Dirigido por Alexandre Roit, o espetáculo não traz novidades, mas cativa com uma história simples recheada com números clássicos dos picadeiros. Em cena, um palhaço malabarista (Filipe Bregantim) exibe seus talentos sobre um monociclo, mas o pneu fura no meio da apresentação.Para resolver o problema, ele procura a oficina do Seu Cadu (André Grinberg). Ali, em vez de consertarem o equipamento, eles começam a brincar com as ferramentas espalhadas pelo lugar. Não demora para que a banheira d’água, típica das borracharias,se torne um instrumento para espirrar água no rosto de quem estiver por perto. Câmaras de pneus, por sua vez, viram boias na imaginação dos amalucados personagens.

Afinada, a dupla prende a atenção da criançada ao utilizar objetos cênicos diversos e transita bem no interessante cenário, que de picadeiro de circo se transforma em borracharia. Em um dos momentos mais engraçados, um dos atores se disfarça de monstro usando uma roda e persegue o companheiro pelo palco. O programa, capaz de divertir inclusive os adultos, possui outro ponto positivo: o ingresso custa apenas 1 real.

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