Conheça 4 estrelas dos episódios de Nespresso Talentos da Gastronomia

Escudeiros de grandes chefs, os profissionais assumem o controle da cozinha e revelam todo seu potencial nessa websérie

Maturidade, seriedade, liderança, identidade, criatividade e ousadia. Assim como os ingredientes que se misturam na dose certa para compor um prato saboroso, esses valores foram apontados por grandes chefs da cidade de São Paulo para definir os profissionais de suas cozinhas que, por eles indicados, participam do programa Nespresso Talentos da Gastronomia, no ar semanalmente no canal da marca no YouTube.

Na série, os assistentes assumem de vez a liderança e dão as cartas durante a escolha e a elaboração das receitas desenvolvidas para cada um dos desafios propostos. Além de receber o título de revelação da gastronomia brasileira, o vencedor ganhará um estágio em um restaurante europeu parceiro da marca, estrelado pelo Guia Michelin, e uma viagem à fabrica da Nespresso, na Suíça. Confira abaixo quem são Abrão Souza, Giovanna Perrone, Diego Gimenez e Henrique Moraes, respectivamente os indicados à competição por Carla Pernambuco, Rodrigo Aguiar, Emmanuel Bassoleil e Salvatore Loi.

 (Nespresso/Divulgação)

Abrão Souza, 39 anos, chef executivo do Carlota

Faz vinte anos que ele saiu de Lagoa do Saco, no sertão da Bahia. Mas o sertão nunca deixou de estar presente no dia a dia de Abrão, que começou a carreira na gastronomia como ajudante de garçom. “Ter cozinhado na escassez me faz um profissional melhor”, diz o braço direito da chef Carla Pernambuco, no restaurante Carlota, em Higienópolis. Ele relembra que na primeira vez que cozinhou, ainda adolescente, teve de lançar mão das virtudes que hoje preserva no trabalho: improviso para caçar um preá e técnica para abater, limpar, destrinchar e preparar o alimento que seria servido à família de trabalhadores rurais. É graças às dificuldades nas origens que Abrão consegue ter jogo de cintura para lidar com os desafios na cozinha. “Ele tem a maturidade de um chef”, atesta Carla.

 (Nespresso/Divulgação)

Diego Gimenez, 30 anos, chef do Skye

“Um dia eu vou trabalhar aqui”, dizia para si mesmo o então estudante de gastronomia, toda vez que passava de ônibus diante do Hotel Unique, no Jardim Paulista, em cuja cobertura funciona o Skye. O sonho se concretizou e hoje o cozinheiro é o assistente direto do francês Emmanuel Bassoleil, há quinze anos no comando do restaurante. O próprio mestre define os pontos fortes de Gimenez: “Ele tem grande competência e, como traços marcantes, a criatividade,o espírito jovial e a ousadia”, descreve Bassoleil. Aliadas a essas características, Diego leva consigo boas doses de disciplina e respeito à cozinha, com pitadas de curiosidade e experimentação. “Gosto de descobrir sabores novos”, diz enquanto testa uma receita de cassoulet da Amazônia com purê de banana-da-terra.

 (Nespresso/Divulgação)

Giovana Perrone, 22 anos, sous-chef do Rios

Na vida da jovem, a gastronomia é uma verdadeira história de amor. Natural de Santos (SP) e descendente de portugueses, ela sempre foi a comilona da família. Com o tempo, o gosto pela comida transformou-se em estudo e profissão, sem que a emoção se perdesse. “Achar outras histórias de amor na gastronomia me incentiva a criar”, diz Giovanna, sous-chef no Rios e namorada de Rodrigo Aguiar, comandante do restaurante inaugurado em 2016, no bairro do Tatuapé. Engana-se quem pensa que a condição lhe traga regalias no trabalho. “Ela é a única funcionária que está comigo desde o início e tem de provar a cada dia por que está nessa posição”, garante Rodrigo. “Hoje é a pessoa que melhor representa o estilo da casa. O meu espelho”, finaliza.

 (Nespresso/Divulgação)

Henrique Moraes, 27 anos, sous-chef do Mondo

Nascido em Taboão da Serra (SP), em uma família humilde, aos 14 anos começou como jovem aprendiz na área de confeitaria. Não fez curso profissional, mas percorreu seu caminho na gastronomia estudando por conta própria, testando receitas e viajando: fez estágio em Barcelona e passou um ano na Amazônia, onde seguiu para trabalhar na implantação de um restaurante, em Manaus. Como sous-chef do restaurante Mondo, nos Jardins, aponta o premiado cozinheiro italiano Salvatore Loi como o mentor que nunca teve. “Ele sabe escutar e se impor. Tem jeito de líder”, conta o chef. Para Henrique, o maior ensinamento recebido de Loi é que nessa profissão não há limites. “Ontem eu era um aprendiz, hoje sou sous-chef. Amanhã pode vir muito mais”, diz.

Acompanhe a série em youtube.com/nespresso.

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