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Fátima dá resposta após comentário de Martinho da Vila no Encontro

"Esperava mais deste senhor", reclamou uma espectadora, na manhã de terça (30)

Por Redação VEJA São Paulo Atualizado em 30 out 2018, 15h47 - Publicado em 30 out 2018, 12h19

Para tratar de um tema urgente – o aumento do número de casos de assédio no transporte público -, o Encontro com Fátima Bernardes desta terça (30) entrevistou mulheres e homens para saber a opinião de quem passa por situações constrangedoras no dia a dia. Depois de exibir as matérias, a apresentadora quis saber as opiniões dos convidados do dia. A opinião de Martinho da Vila acabou deixando o clima um pouco… complicado.

– Há um tipo de assédio que, no duro, é tentativa de estupro – ele disse, para começar a argumentação – Então, é pesado. E a mulher, também, me colocando no lugar delas… Vai ter que ir à delegacia… Tem a delegacia das mulheres, mas a maioria é de homens. Então, é uma complicação isso.

A fala de Martinho começou a ficar um pouco mais polêmica quando ele decidiu tomar o ponto de vista de um homem solteiro que tenta se aproximar de uma mulher:

– Tem um lance. O cara que é solteiro, descompromissado, ele tá com problema pra quando ele… Ele conseguir chegar numa mulher… ‘Meu Deus, o que não é assédio? Qual é a maneira que vou chegar nela e que não é assédio?’ Isso também é uma questão.

Fátima, então, interrompeu sutilmente o convidado e deu uma resposta bem direta sobre a “questão”:

– Engraçado que essa é uma questão masculina, mas não é uma questão feminina. A gente sabe quando é a paquera e quando é o assédio. Muitos homens ainda pensam em qual seria essa diferença. Para as mulheres, é muito mais tranquilo. É quando ela não se sente invadida de alguma maneira. Quando aquilo é algo que a faça sentir enaltecida, não ameaçada.

Martinho continuou no argumento, novamente da perspectiva do ‘homem solteiro’:

– A gente não pode ser agressivo. Eu tô pensando naquele cara educado. Eu! Eu passo pela Fátima. Penso: “Que interessante”. Se eu disser: “Oi, que bonita você”, ela pode levar como… assédio? Essa é a minha pergunta.

– Não. Eu acho que não – ela respondeu.

– Mas está havendo um certo exagero, na minha opinião.

Em seguida, Martinho jogou a bola da discussão para o ator Érico Brás, que discordou do cantor e apontou o “machismo tóxico” que impede que muitos homens não consigam diferenciar o elogio do assédio. “As mulheres não ficam pedindo para a gente ficar elogiando toda hora”, apontou. “Temos que tentar entender se a mulher está permitindo você chegar. Se ela não permitir, tudo será invasivo, será assédio”, disse, e foi aplaudido pela plateia.

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Assista (a partir de 6:00):

https://www.youtube.com/watch?v=Jdd7ksCayTo

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