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Karina Bacchi diz que festas na Globo eram regadas a drogas e orgias

Hoje evangélica, a ex-atriz afirmou que nunca se encaixou no meio artístico e que chorava para fazer cenas sensuais em novela

Por Redação VEJA São Paulo Atualizado em 20 mar 2022, 12h37 - Publicado em 20 mar 2022, 12h34

Karina Bacchi, de 45 anos, falou sobre a época em que trabalhou na Globo em entrevista ao YahPodCast. Hoje evangélica, a conversa foi com o pastor Lamartine Posella. Ela afirmou que presenciou festas com drogas e orgias e disse que não se encaixava.

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O apresentador a questionou sobre o meio artístico. “Quando você perde um pouco o foco do que realmente vale na vida tem pessoas que se perdem porque se propõem a fazer qualquer negócio para alcançar seu objetivo. Com certeza você deve ter visto uma série de coisas dentro desse meio, de prostituição, de pessoas que tinham que sair com os diretores. Isso realmente é verdade? Tem isso?”, perguntou.

“Tem. Tem porque a gente percebe que tinha algo mais assim de proteção, da gente entender depois ‘ah, mas porque que ela agora tá com destaque?’ e aí quando via tava saindo com um, com outro”, disse.

“Nas festas, se você ia ao banheiro e abria uma porta errada, dá de cara com uma mesa com droga, cocaína, uma [pessoa] com outro, com três, com quatro.” Segundo ela, as situações a angustiavam muito.

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Ela também contou que parou de fazer cenas sensuais porque acredita que existe uma exploração do corpo do homem e da mulher para mexer com os instintos carnais das pessoas.

“Eu pedi para sair no meio da novela”, disse. “Eu chorava, chegava a cena e dizia ‘eu não vou conseguir fazer. Falei com a direção e aí fizeram a minha personagem ir trabalhar como modelo no Japão e desapareceu. E eu não fiz mais novela”, contou.

Karina ainda disse que se sentia errada por “não saber amar” porque seu namorado ficava com outras pessoas e ela era induzida a achar que isso era o certo. “Olha a inversão de valores”, comentou.

“Eu olho para trás e vejo a mão de Deus me protegendo o tempo todo. Eu me sinto muito amada através dos meus pais. Eu falo que minha história de conversão tem a ver com o amor dos meus pais, eles tiveram um papel fundamental nisso, mas porque Deus já tinha um propósito”, refletiu.

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