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“Eu tenho orgulho”, diz Jean Wyllys sobre cuspida em Bolsonaro

"Era um acúmulo de anos de assédio moral", disse o ex-deputado, em entrevista ao Conversa com Bial

Por Redação VEJA São Paulo Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
Atualizado em 12 abr 2019, 09h44 - Publicado em 12 abr 2019, 09h43

Pedro Bial viajou a Barcelona, na Espanha, para entrevistar Jean Wyllys. O ex-deputado do PSOL foi o convidado do Conversa com Bial exibido na noite de quinta (11) – e o papo repercutiu nas redes sociais. Wyllys se lembrou de sua participação no Big Brother Brasil, em 2005, onde saiu vitorioso. O escritor deixou o Brasil alegando ter sido ameaçado de morte por causa de sua atuação na política.

Em um dos trechos da entrevista que mais repercutiram nas redes sociais, Wyllys relembrou um embate polêmico com Jair Bolsonaro. Em 2016, durante votação no processo de impeachment da ex-presidente Dilma, ele cuspiu no rosto do então deputado federal em plenário da Câmara.

“Eu não me arrependo de nada, eu tenho orgulho”, disse a Bial. “Naquele momento, naquela hora, foi a reação que eu tive. Era um acúmulo de tudo… de anos de assédio moral, de violência contra mim, de xingamentos sem que as pessoas reagissem, de uma naturalização daquela violência que ele praticava, de ele tratar minha homossexualidade como um meio de me difamar.”. Reveja a cena:

Wyllys também falou sobre a sensação de ter sido “escada” para Bolsonaro “Eu sabia porque eu fui o laboratório para tudo que Jair Bolsonaro fez depois. Eu fui a cobaia e a escada que ele utilizou. “Até eu chegar no parlamento, ele era um político paroquial, conhecido no Rio de Janeiro, desqualificado, do baixo clero.”, disse.

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O ex-deputado afirmou que, em relação à sua atuação política, não tem autocrítica a fazer: “Nessa relação de política, eu não tenho autocrítica, porque eu dei o melhor de mim. Talvez as pessoas gostassem que eu fosse mais dócil, que eu reivindicasse menos, que no parlamento eu fosse docilizado, um gay gente boa, que não oferecesse perigo ao sistema, que não reivindicasse a igualdade plena entre héteros e gays. Só que eu ousei fazer isso.”

Confira a repercussão:

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