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Após viagem a Disney, duas crianças de 9 anos escrevem carta incrível pedindo mudanças

A Disneyland, o primeiro parque temático dos estúdios Disney, localizada na Califórnia, Estados Unidos, é um lugar encantador que agrada a crianças e adultos — como foi o caso de Dexter, um garotinho que visitou a atração no começo deste ano com a sua família. Não era a primeira vez que o menino ia o local […]

Por Tatiane Rosset Atualizado em 26 fev 2017, 15h13 - Publicado em 6 ago 2015, 17h27

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A Disneyland, o primeiro parque temático dos estúdios Disney, localizada na Califórnia, Estados Unidos, é um lugar encantador que agrada a crianças e adultos — como foi o caso de Dexter, um garotinho que visitou a atração no começo deste ano com a sua família. Não era a primeira vez que o menino ia o local mas, naquela ocasião, ele encarou a experiência com uma opinião diferente.

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Com apenas 9 anos de idade, Dexter reparou diversos problemas que ele não tinha percebido em suas visitas anteriores: a maioria dos brinquedos e personagens reproduziam estereótipos raciais e de gênero. Em uma entrevista ao Buzzfeed, o pai do garoto, Jake, contou uma situação inusitada: “Eu deixei ele escolher os brinquedos, e ele optou pelo Jungle Cruise. Quando saímos da atração, ele estava quieto — e eu perguntei se tinha gostado do passeio. E ele respondeu que não gostou”.

Dexter contou ao seu pai que ele rejeitou atração porque “os robôs que imitavam pessoas tinham a pele escura e estavam lançando lanças“, e ele achava que aquilo reforçava associações negativas (o brinquedo Jungle Cruise é um barco que passeia por uma selva, provavelmente na África).

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Quando o garotinho retornou para sua casa em Nova York, ele e uma colega de sala chamada Sybilla conversaram sobre o caso e perceberam que eles encontraram os mesmos problemas nos parques da Disney — e resolveram escrever uma carta para a empresa, sugerindo algumas mudanças.

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Como a maioria das pessoas, nós amamos as suas atrações, mas encontramos alguns problemas nos brinquedos — e estes problemas são estereótipos (…). Nós somos alunos do terceiro ano do Colégio Catedral, em Nova York. Aprendemos sobre estereótipos e o impacto que eles têm na identidade das pessoas. Por exemplo, no Jungle Cruise, todas os robôs têm pele escura e estão jogando lanças. Nós achamos que isso reforça associações negativas — nós achamos que vocês poderiam substitui-los por macacos jogando frutas podres“, eles escrevem no comunicado.

A carta também aborda o problema de identidade de gênero: “(…) Todos os integrantes da equipe chamam as crianças de príncipe, princesa ou cavaleiro, de acordo com “a aparência” e assumindo um gênero. Nós achamos que você podem magoar as pessoas se, por acidente, chamarem alguém de príncipe que se identifica de maneira diferente da que eles foram chamados. Nós sugerimos que vocês digam ‘Olá, vossa alteza’”.

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A dupla termina a carta dizendo que eles adoraram o período que passaram na Disneyland e que essas são apenas sugestões para transformá-lo em um parque mais inclusivo “e mágico para todos”. A empresa ainda não respondeu à carta das crianças.

Os alunos foram inspirados a escrever a carta porque a professora do colégio que frequentam ensinou a importância da igualidade. Os pais de Dexter estão imensamente orgulhosos do garotinho e de sua colega de sala por ver algo que “milhões de adultos” não viram.

Dê sua opinião: O que você achou das sugestões das crianças? Deixe seu comentário e aproveite para curtir nossa fanpage no Facebook.

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