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Bárbara Paz: “o sonho de interpretar Maggie vai se tornar realidade”

A atriz Bárbara Paz prefere não conhecer profundamente a palavra descanso. “Ficar parada me dá depressão”, brinca. É por isso que ela volta ao teatro antes de começar a gravar “Em Nome do Pai”, próxima novela das nove. Dentro do projeto “Retratos Falantes”, dirigido por Eduardo Tolentino de Araújo, Bárbara protagoniza o monólogo “A Sua […]

Por Dirceu Alves Jr. Atualizado em 27 fev 2017, 11h35 - Publicado em 18 jan 2013, 10h07

Bárbara: depois de novela, chegou a hora da peça “Gata em Teto de Zinco Quente” (Foto: Ernani D’Almeida)

A atriz Bárbara Paz prefere não conhecer profundamente a palavra descanso. “Ficar parada me dá depressão”, brinca. É por isso que ela volta ao teatro antes de começar a gravar “Em Nome do Pai”, próxima novela das nove. Dentro do projeto “Retratos Falantes”, dirigido por Eduardo Tolentino de Araújo, Bárbara protagoniza o monólogo “A Sua Grande Chance”, que pode ser visto na Sala Piscina do Viga Espaço Cênico. E, para 2014, anuncia um projeto há muito esperado. Sob o comando de Tolentino, vai protagonizar o clássico “Gata em Teto de Zinco Quente”.

O que a levou a investir nesse monólogo, “A Sua Grande Chance”? É o fato de trabalhar novamente com o Eduardo Tolentino de Araújo?

O Tolentino sempre será o meu mentor. Ele me alimenta e me inspira nas minhas escolhas profissionais. É um diretor que sempre acreditou em mim e a quem devo o meu processo de crescimento. Já fiz com o Grupo Tapa “A Importância de Ser Fiel” e “Contos de Sedução”. Quando o Tolentino me conheceu, eu estava numa leitura com o Zé Celso Martinez Corrêa da peça “Cacilda” e eu fazia a Maria Della Costa. Uma cena pequena, durava cinco minutos em uma daquelas leituras que levavam 12 horas. E acabei entrando no palco tipo três da manhã e, nessa altura, sobraram umas dez pessoas na plateia. Uma delas era o Tolentino. Ele me disse: “cuidado com o que você vai fazer com sua carreira. Acredita que você tem um belo futuro. Acredita!”. Essas palavras nunca saíram da minha cabeça, posso fazer uma coisa lá e cá, mas sempre volto para a minha estrada. Aliás, o Tolentino e eu temos um belo projeto para 2014. Um texto que desde que o conheço sonhamos montar juntos. E agora chegou a idade certa. Trata-se de um Tennessee Williams.

Seria “Gata em Teto de Zinco Quente”?

Simmmm… Mas não sei ainda se podemos falar muito. Só sei que o sonho de interpretar Maggie vai se tornar realidade. Ele já tem os direitos do texto. Devemos começar a trabalhar logo depois que eu terminar de gravar a próxima novela das nove.

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Como atriz deve ser inegável a identificação com a protagonista de “A Sua Grande Chance”. Quais são os principais pontos que você se enxerga nessa mulher?

Costumo ver muitas Lesleys no nosso meio. Não é difícil perceber o deslumbramento de alguns figurantes que tem total convicção de que o aparecer um segundo por trás de uma cortina é a coisa mais significativa e grandiosa que fez na vida. Não que seja demérito ser um figurante, muito pelo contrário. O que assusta é o deslumbramento. E tudo o que deslumbra afasta, não? Então muitas dessas pessoas não conseguem enxergar o todo, o longo caminho que tem para traçar, estudar…  Muitas vezes, assim como Lesley, essas atrizes são pura ingenuidade e, claro, encantamento.

Esse monólogo estreou em 2008 com a Chris Couto fazendo o mesmo papel? Agora, você percebe alguma influência do trabalho dela no seu?
Eu a assisti, claro, mas na época nem passava pela minha cabeça que faria um dia o papel. Então não guardo detalhes do que foi feito. Eu compus a minha Lesley com toda a liberdade. Tolentino é um diretor que costura em cima do que trazemos, vem conosco e juntos construímos uma nova personagem. Com certeza, vai ficar diferente daquela que a Chris fez.

Apresentá-lo em uma sala pequena, com cerca de 40 espectadores, o torna mais excitante para o ator?

Sim, faz o trabalho ficar ainda maior. Somos poucos e mais próximos. O público está ali para escutar e nós para contar. O teatro é da palavra, uma troca que faz a coisa acontecer. E esse monólogo para mim será um exercício, sim. Algo leve. Para desacelerar no melhor sentido da palavra, com humor e tranquilidade.

E que tal vai ser a novela do Walcyr Carrasco?

Sim, farei “Em Nome do Pai”, novela do Walcyr dirigida pelo Wolf Maya e pelo Mauro Mendonça Filho. Será bem interessante. Minha personagem é a Edith, casada com o Félix (papel do Mateus Solano), o grande vilão da história. A relação dos dois parece bem conturbada, acho que esse casal vai dar o que falar.

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