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Por Juliene Moretti
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Dancinhas, falas em português e outras surpresas de Paul McCartney

Os momentos mais emocionantes do show do ex-Beatle no Allianz Parque. Ainda há ingressos para esta quarta (27)

Por Juliene Moretti Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
Atualizado em 27 mar 2019, 12h09 - Publicado em 27 mar 2019, 12h09

Paul McCartney ataca novamente. Pouco mais de um ano depois da sua última passagem por aqui, o ex-Beatle causou o mesmo furor dos anos anteriores: ingressos praticamente esgotados e a plateia fielmente vestindo a camisa. Com mais de 45 000 pessoas (estádio lotado), ele fez a plateia cantar, mas principalmente, dançar, como o próprio anunciou, em português, em um dos momentos de diálogo com os fãs. “É uma balada”, traduziu na nossa língua.

(Marcos Hermes/Veja SP)

 

Com mais de duas horas e meia de show, deu tempo de ouvir uma ou outra novidade do disco Egypt Station, do ano passado, e, claro, grandes hits que garantiram coro do público. A apresentação faz parte da Freshen Up Tour e por aqui repete a dose nesta quarta (27), também no Allianz Parque, e no sábado (30), em Curitiba.

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(Marcos Hermes/Veja SP)

A entrada

Bons minutos antes de Macca entrar no palco (cerca de trinta minutos), as luzes se apagaram e nos dois grandes telões ao lado do palco as imagem de um prédio narrou a linha do tempo da história do ex-Beatle; da infância, com direito a fotinhos fofas, até, os dias de agora. A chegada de Paul veio com A Hard Day’s Night, o que já fez a turma ali esquecer de qualquer problema. Dali, ele seguiu com Save Us, que deu uma amornada na plateia, que logo voltou à ativa com All My Loving.

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Das músicas novas

No ano passado, Paul mostrou Egypt Station, álbum que chega cinco anos depois de New. Em português, ele mesmo explica que apresentaria algumas dessas novidades. Who Cares foi a primeira. Come On to Me também entrou. Mas a esperada – dúvida dentro do repertório – era Back in Brazil, que não tinha aparecido em shows anteriores na América do Sul. Antes, ele contou que escreveu na última passagem dele por aqui, em 2017. Chegou a levantar a plateia, mas longe do feito que os grandes clássicos causam.

As homenagens

Dentro da apresentação, é comum Paul lembrar aqueles que marcaram sua vida. E a comoção é geral, acompanhada do silêncio da plateia. Here Today, para John Lennon é um desses momentos, assim como Something, para George Harrison, e o momento romântico, de My Valentine, para Nancy, sua mulher.

Para cantar

Entre os momentos mais introspectivo, Paul encaixou as faixas para cantar com todo o pulmão. Quem arriscou uns passinhos, roubou a cena e levantou gargalhadas foi o baterista Abe Laboriel Jr. , em Dance Tonight. Antes, Queenie Eye e Lady Madonna foram as responsáveis por fazer a plateia rodopiar. Também valeu deixar o celular de lado para balançar com a nova Fuh You e a sequência Ob-La-Di, Ob-La-Da, Band on the Run e Back in U.S.S.R. Mais tarde, ainda apareceu Live and Let Die, com efeitos um pouco mais simples dos shows anteriores e Hey Jude, que por causa de uma ação de marketing, cartazes com Na Na foram distribuídos pelo estádio. O resultado foi uma onda gigante de Nanananas, durante a faixa.

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O ato final

(Catarina Cicarelli/Veja SP)

Quem ficou para o bis viu Paul e a banda entrarem com bandeirões do Brasil, Reino Unido e do arco-íris, símbolo LGBTQ+. Dali, engataram Hi, Hi, Hi, Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band e Helter Skelter. Na promessa de voltar com mais, Macca fechou com Carry that Weight e o gran finale, The End, com explosões de papeis picados.

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Para o show desta quarta-feira (27), ainda restam ingressos para dois setores, de 480 reais e 890 reais. A apresentação está marcada novamente para as 20h30.

 

 

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