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Kaiser Chiefs se apresenta neste domingo (12) com ingressos esgotados. Confira o bate-papo

Com os 20 000 ingressos distribuídos gratuitamente esgotados, os ingleses do Kaiser Chiefs se apresentam neste domingo no 20º Cultura Inglesa Festival. O evento está programado para este domingo (12), com Nação Zumbi no line-up, no Memorial da América Latina. + Balada pop-up abre no topo do Shopping Light O grupo ficou conhecido logo com […]

Por Juliene Moretti Atualizado em 26 fev 2017, 11h32 - Publicado em 10 jun 2016, 19h01
Kaiser Chiefs: ingresos gratuitos e esgotados (foto: Danny North)

Kaiser Chiefs: ingresos gratuitos e esgotados (foto: Danny North)

Com os 20 000 ingressos distribuídos gratuitamente esgotados, os ingleses do Kaiser Chiefs se apresentam neste domingo no 20º Cultura Inglesa Festival. O evento está programado para este domingo (12), com Nação Zumbi no line-up, no Memorial da América Latina.

+ Balada pop-up abre no topo do Shopping Light

O grupo ficou conhecido logo com seu primeiro disco, Employment (2004), com  I Pretict a Riot, Everyday I Love You Less and Less, Oh My God, e Morden Way, e manteve o bom trabalho em Yours Truly, Angry Mob (2007), com Ruby. Depois, amarguraram momentos mais difíceis, com discos que não impactaram da mesma forma que os primeiros.

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“Fizemos algumas escolhas ruins, como disponibilizar vinte faixas online e deixar o cara montar o disco”, conta Simon Rix, baixista do grupo, em referência ao álbum The Future is Medieval, lançado em 2011. “Na época, achamos que seria uma ótima ideia”, completa. Finalmente, em 2014, o Education, Education, Education and War, da bonitinha Coming Home. E é este trabalho e todos os outros hits que estão no roteiro dos caras por aqui. Confira a entrevista com o Rix para o blog Randômicas.

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Esta é a quarta vez que vocês se apresentam aqui (2008, 2013 e 2015), o que lembra da cidade?

Avenida Paulista. A primeira vez que a gente chegou ai, em 2008, todo mundo dizia para a gente que era perigoso, que deveríamos andar com seguranças e passamos três dias e não foi legal. Mas depois que voltamos, eu fui dar uma volta para comer sushis e carne e eu vi que era muito gostoso e não precisava ter me preocupado.

A gente viaja muito e quase não consegue passear. Normalmente, saímos só para comer. E São Paulo tem comida boa. Para mim é bom, porque quando o pessoal está aqui, eles vão atrás de stake e eu, que sou vegetariano, vou atrás de sushis. Na Argentina, por exemplo, só tem stake, então, me dou melhor em São Paulo.

A última vez que vocês estiveram aqui, vocês abriram para o Foo Figthers, com um show menor. O que a gente pode esperar desta vez como headliners?

Foi muito legal sair com o Foo Fighters. Assim que a gente terminou esta turnê, a gente não achou que estaríamos juntos tão próximos. Mas a gente ficou muito empolgado com o público e a gente quis voltar o quanto antes. E terminamos agora de gravar nosso sexto disco e vamos mostrar algumas dessas novas músicas.

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O domingo, dia 12, é Dia dos Namorados no Brasil. Existe a possibilidade de vocês serem mais românticos e não cantar Everyday I Love You Less and Less? Alguma música deste novo álbum é romântica?

Ah, eu não sabia. É uma coincidência. As músicas deste novo álbum… Elas não são românticas, mas falam muito sobre relacionamentos, sobre estar junto e permanecer junto. Mas não. Esta música está garantida.

Coming Home é uma música que dá a impressão de vocês estarem se desculpando por passar muito tempo fora de casa. É isso?

Possivelmente. Mas eu acho que mais do que isso. Eu sinto que sobre a gente ter a banda de volta. Nos últimos discos, estávamos distantes, mas agora estamos de volta, juntos. E tudo está de volta no lugar. Eu acho que essa música é sobre isso. De voltar no momento bom, onde a gente quer estar.

Antes de lançar o Education, Nick Hodgson, o baterista e principal compositor, deixou a banda. Como foi para vocês?

Se ele ainda estivesse na banda, eu acho que Kaiser Chiefs não existiria mais. A gente precisava de algo assim, alguma coisa que acontecesse, alguma mudança grande, para que pudéssemos perceber o quanto era bom o que fazíamos e que precisávamos estar mais agradecidos pelo que conquistamos. Foi como um reset, uma segunda chance. E a gente aproveitou para fazer durar.

O que mudou para vocês desde quando apareceram lá no início dos anos 2000 e agora?

Eu penso que talvez a gente tivesse feito algumas coisas de formas diferentes. Os dois primeiros álbuns foram legais… Mas aí, quando chegamos no quarto disco [The Future is Medieval], eu penso que é o menos bem-sucedido. E nele, a gente colocou na internet vinte músicas e você podia escolher quais faixas entrariam, escolher a capa, e se você vendesse a sua versão do álbum para um amigo ou para qualquer outra pessoa, você ganharia uma libra. A gente pagaria para você. Nós achamos que seria uma ideia maluca. Mas não foi legal. Ninguém comprou.

E hoje, mudou o jeito de disponibilizar música, com o iTunes. Para vender música, tem que fazer bem.

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