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Antes e depois: como estão o modelo Pedrinho Aguinaga e o cantor Dudu França, que participam do documentário ‘Eu Sou Carlos Imperial’

Gostei muito do documentário Eu Sou Carlos Imperial, dirigido pela dupla Renato Terra e Ricardo Calil, sobre a figura mítica do “rei da pilantragem”. Imperial, que morreu em 1992, deixou uma série de desafetos, sobretudo por causa de sua língua afiada – ele era craque em inventar mentiras que a imprensa comprava como verdade. Bons […]

Por Miguel Barbieri Jr. Atualizado em 26 fev 2017, 12h46 - Publicado em 23 mar 2016, 19h40

Gostei muito do documentário Eu Sou Carlos Imperial, dirigido pela dupla Renato Terra e Ricardo Calil, sobre a figura mítica do “rei da pilantragem”. Imperial, que morreu em 1992, deixou uma série de desafetos, sobretudo por causa de sua língua afiada – ele era craque em inventar mentiras que a imprensa comprava como verdade.

Bons e reveladores depoimentos estão no filme. Eduardo Araújo, Roberto Carlos e Erasmo Carlos são algumas das personalidades que os cineastas entrevistaram. Duas pessoas, porém, me chamaram a atenção porque, além de bastante envelhecidos, fazia tempo que não os via na mídia.

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Pedrinho Aguinaga, por exemplo, foi considerado o homem mais bonito do Brasil. Isso lá nos início dos anos 70 quando o moço participou de um concurso de beleza no programa de Flávio Cavalcanti. Pedrinho, que teve um filho com Monique Evans, ficou marcado, sobretudo, pela propaganda de um cigarro daquela época: “Chanceller, o Fino que Satisfaz”, era o slogan.

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Pedrinho, de 65 anos, fala sobre Carlos Imperial, que o colocou no papel dele mesmo na comédia Banana Mecânica (uma hilariante sequência foi incluída no documentário).

Pedrinho Aguinaga dá depoimento em Eu Sou Carlos Imperial

Pedrinho Aguinaga dá depoimento em Eu Sou Carlos Imperial

Outra figura emblemática foi Dudu França, uma revelação de Carlos Imperial, que fez de Dudu um representante da “geração saúde”. O cantor estourou nas rádios, em 1978, com a música Grilo na Cuca, que foi parar na trilha sonora da novela Marron Glacê. Hoje, Dudu ainda faz shows misturando canções do passado a músicas evangélicas.

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Dudu França virou evangélico e, em seus shows, canta músicas gospel

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