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Oito marcas americanas supervalorizadas pelos brasileiros

E que, nos Estados Unidos, não são lá essas coisas

Por Redação VEJA São Paulo Atualizado em 1 jan 2018, 13h43 - Publicado em 3 set 2015, 14h19

É certo que, com o dólar caro, aquela boa e velha viagem de compras para Miami não está valendo muito a pena ultimamente. Mas, independentemente do preço, alguns produtos americanos têm um valor agregado para o brasileiro que parece desproporcional – pense em como é engraçado ver os gringos pirarem por causa de um par de Havaianas (pelo qual chegam a desembolsar o equivalente a 100 reais).

A fixação fica ainda mais inexplicável quando viajamos e notamos que, lá fora, certas marcas que supervalorizamos não passam de… marcas comuns. Não é só a questão do preço: é tratar Lojas Americanas como se fosse Daslu. Duvida? Então veja essa lista com oito exemplos.

Aussie


aussie

Os xampus, condicionadores e cremes de tratamento que prometem um milagre nos seus cabelos em apenas três minutos são vendidos nos supermercados mais baratos (como o Walmart) e nas lojas de departamento mais populares dos Estados Unidos (a Target, por exemplo). Lá, custam irrisórios 2,99 dólares – algo como 11 reais. Aqui, chegaram com status de produto quase premium. O preço? Na faixa dos 40 reais.

Victoria Secret´s

victoria

Quem já entrou nessa loja em qualquer shopping americano sabe: os hidrantes são vendidos em balaios, geralmente em promoções do tipo leve 3 pague 2 (o leve 6 pague 5 também é bastante comum). E, convenhamos, o tal creme nem é a oitava maravilha do mundo – há hidratantes bem melhores no mercado. O mesmo vale para os perfumes e para algumas lingeries. Ainda assim, trazer Victoria Secret´s para o Brasil é chiquérrimo. Quem nunca chegou com a mala abarrotada daquelas loções de cheiro ultradoce para dar de presente às amigas, primas, irmãs?

GAP

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O moletom com aquelas três letras enormes já foi um clássico de quem ia para o exterior nos anos 90 e queria voltar ostentando. Com a popularização das viagens internacionais no Brasil, acabou ficando meio datado – assim como as camisetas Hard Rock Café e Planet Hollywood. E agora a marca já existe por aqui também.

Aéropostale

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Dificilmente uma pessoa usaria uma camiseta com o nome de uma loja brasileira escrito em letras garrafais. Mas, por algum motivo, certos homens acreditam que vestir Aéropostale é sucesso na certa. Além da camiseta, tem também o moletom (substituindo o antigo da GAP, talvez?).

Banana Republic

banana

Outro clássico que remonta à época do dólar 1 para 1, mas que soube sobreviver ao tempo: a loja ganhou uma certa sofisticação ao longo dos anos. As camisetas-propaganda foram ficando mais escassas, para o terror do brasileiro que viajou para os EUA nos anos 2000 e desembolsou um pouco mais para voltar com um produto da marca.

Guess

guess

De tão pirateada, a camiseta Guess já ficou barata até na 25 de Março. Os acessórios, como os relógios, então, nem se fala. Mesmo assim, ainda tem quem viaje para comprar bolsas com um “G” enorme na frente, que nunca sabemos se veio de Orlando ou da Galeria Pajé.

Hollister

hollister

Irmã da Aéropostale no quesito onipresença-nas-baladas. É triste pensar que os garotos pagam 200 reais por uma camiseta básica de algodão aqui no Brasil, enquanto o mesmo modelo é vendido por 15 dólares (algo como 50 reais) nos EUA. As meninas também gostam da versão baby-look.

Tommy Hilfiger

tommy

Deve haver uma cláusula contratual que obriga todos os outlets da Flórida e de Nova York a terem uma ponta de estoque de Tommy Hilfiger – difícil é ver alguém comprar nas lojas da marca que não são em outlets. Pela abundância e pelas ofertas, quase nunca um americano acha que chegou chegando só porque está com aquela camisetinha pólo básica com uma bandeirinha ao lado. Aqui, pode ser um luxo só.

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