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Os maiores perdedores nas eleições de 2016

Com 99% das urnas da capital apuradas, João Doria (PSDB) foi confirmado como o novo prefeito de São Paulo. Após aparecer com larga vantagem nas primeiras pesquisas, Celso Russomanno (PRB) terminou apenas no terceiro lugar. Este é um cenário bem parecido com o do pleito de 2012, quando ele figurava entre os favoritos ao cargo, mas viu sua popularidade se esvair […]

Por Mariana Rosario Atualizado em 25 fev 2017, 21h49 - Publicado em 2 out 2016, 22h28
Celso Russomanno, deputado federal do PRB-SP

Celso Russomanno: segunda grande derrota

Com 99% das urnas da capital apuradas, João Doria (PSDB) foi confirmado como o novo prefeito de São Paulo. Após aparecer com larga vantagem nas primeiras pesquisas, Celso Russomanno (PRB) terminou apenas no terceiro lugar.

Este é um cenário bem parecido com o do pleito de 2012, quando ele figurava entre os favoritos ao cargo, mas viu sua popularidade se esvair em meio a polêmicas poucos dias antes da votação.

Ao lado dele, outros candidatos também amargaram uma derrota dura. Confira a lista dos principais perdedores nas eleições de 2016:

 João Doria é eleito prefeito de São Paulo, saiba mais

Celso Russomanno 

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Apontado como favorito nas primeiras pesquisas eleitorais, Celso Russomanno (PRB) chegou a se isolar no primeiro lugar com 31% dos votos válidos contra apenas 16% da segunda colocada Marta Suplicy. Muitos acreditaram que depois da grande derrota sofrida pelo político em 2012, ele conseguiria conquistar o cargo de prefeito da cidade, mas (mais uma vez) ele morreu na praia.

Durante seu período de queda, o candidato chegou a discutir ao vivo em um programa de rádio por causa de um bar que administrava e faliu. Outra questão que pode ter complicado sua situação foi sua oposição ao aplicativo Uber, ao afirmar que iria proibi-lo na cidade.

Alguns internautas ainda relembraram que o candidato chegou a ser citado na Operação Lava-Jato. Mais uma vez, pode ser atribuída a ele a alcunha de “cavalo paraguaio”, uma gíria usada no futebol  para referir-se a equipes que vão bem no começo do torneio, mas perdem força e não ganham o título.

O que foi prometido durante a campanha paulistana

Marta Suplicy

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+ PT sofre derrota histórica no ABC, reduto de Lula

A atual senadora chegou a ser prefeita da cidade entre 2001 e 2004, quando ainda era filiada ao PT. A primeira derrota veio em 2004, quando José Serra (PSDB) tornou-se prefeito, impedindo sua reeleição. Anos depois, assumiu o cargo de ministra do Turismo no governo Lula, quando soltou a famosa frase “relaxa e goza”, comentado o caos aéreo instaurado no país em 2007.

Em 2008, sofreu sua segunda derrota na capital para o então prefeito Gilberto Kassab. No ano passado, a candidata anunciou sua saída do PT, sem poupar críticas aos ex-parceiros de partido por causa dos escândalos de corrupção nos quais o partido estava envolvido. Chegou à vice-liderança nas pesquisas, mas acabou em quarto lugar.

Andrea Matarazzo

Andrea Matarazzo, vereador eleito pelo PSDB.

Andrea Matarazzo, duas derrotas em 2016

Para muitos, a união entre Marta Suplicy e Andrea Matarazzo em uma única chapa foi uma surpresa. O empresário foi um grande crítico de Marta durante sua gestão como prefeita em 2001. Além disso, Matarazzo foi filiado ao PSDB por 25 anos e decidiu se desligar no partido no ano passado, após perder as prévias para João Doria.

Neste domingo (2) o ex-colega de partido o derrotou mais uma vez, sendo eleito em primeiro turno como prefeito de São Paulo, deixando a dobradinha Marta/Matarazzo apenas em quarto lugar. Antes de amargar uma dupla derrota em 2016, o político havia sido eleito em 2012 como um dos vereadores mais votados da cidade.

Fernando Haddad

Fernando Haddad (Foto: Futura Press/Estadão)

Fernando Haddad (Foto: Futura Press/Estadão)

Após largar em quarto lugar nas pesquisas durante a campanha, o prefeito Fernando Haddad (PT) subiu bastante na reta final e às vésperas da votação deu indícios de que poderia chegar ao segundo turno. Apesar disso, acabou vendo João Doria ser eleito já no primeiro turno.

Mais do que isso, o prefeito viu sua gestão ser rejeitada em todas as regiões da cidade. Haddad perdeu nas 58 zonas eleitorais de São Paulo. Seu melhor desempenho foi Pinheiros, onde obteve 25% dos votos. Doria venceu em 56 zonas e só perdeu em Parelheiros e no Grajaú, onde Marta foi a mais votada.

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