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Da pista de dança para a rua: as baladas que foram parar no Carnaval de São Paulo

Diferentemente do que acontece no Rio ou no Recife, o Carnaval de rua foi algo que demorou a pegar em São Paulo – em compensação, a capital sempre ofereceu vida noturna agitada. Eis que aconteceu o óbvio: quem já tinha know-how para produzir algumas das baladas mais animadas da cidade resolveu entrar no ramo carnavalesco. Neste ano, […]

Por ncosta
Atualizado em 26 fev 2017, 18h43 - Publicado em 5 fev 2015, 19h07
Unidos do Grande Mel no último sábado (31), no centro de São Paulo

Unidos do Grande Mel no último sábado (31), no centro de São Paulo

Diferentemente do que acontece no Rio ou no Recife, o Carnaval de rua foi algo que demorou a pegar em São Paulo – em compensação, a capital sempre ofereceu vida noturna agitada. Eis que aconteceu o óbvio: quem já tinha know-how para produzir algumas das baladas mais animadas da cidade resolveu entrar no ramo carnavalesco. Neste ano, quatro festas conhecidas dos paulistanos – Odara, Mel, Gambiarra e Santo Forte – estreiam sua versão bloquinho. Seguem os passos da Pilantragi, que puxa o cordão pré-carnavalesco desde 2013.

“É mais fácil fazer um ano de festa fechada do que um dia de Carnaval na rua”, comenta Rodrigo Faria, idealizador da Odara. Veterana da noite, a festa ocorre há oito anos em São Paulo e no Rio e vai debutar neste sábado (7), às 15 horas, na Praça Horácio Sabino, na Vila Madalena, de onde segue o cortejo pelas ruas do Sumaré. As dificuldades, conta Faria, vão desde tentar apaziguar os ânimos dos moradores contrários ao evento até cobrar do poder público os esquemas de limpeza e segurança prometidos.  “Mas o prazer de fazer parte do patrimônio da cidade é inenarrável”.

No mesmo dia, às 16 horas, a Santo Forte – festa idealizada em 2005 pelo DJ Tutu Moraes – coloca as picapes na frente do número 1036 da Rua Pedroso de Moraes, em Pinheiros. “Nossa relação com o Carnaval é antiga, frequentamos Recife e Rio por muitos anos. Agora queremos estar presentes aqui e incentivar as pessoas a irem para a rua”, conta a produtora Julia Nogueira. Para eles, produzir uma festa ao ar livre não é estranho: há quatro anos, promovem a festa Santo Forte de Rua no centro de São Paulo. “Quanto mais eventos assim, mais as pessoas vão aprendendo a conviver, cuidar e preservar aquilo que é de todos”.

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Já no domingo (8), a Gambiarra sai pela primeira vez do ar-condicionado das casas noturnas e coloca um trio elétrico na Praça Caetano Fracarolli, ao lado do metrô Sumaré. Já são 9 000 confirmados no Facebook.

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Sucesso entre o público GLS, a Mel também colocou o bloco na rua no último sábado (31), com direito a bateria, comissão de frente e muita fantasia dourada. O trajeto passou pelas avenidas São João, Ipiranga, Praça Ramos de Azevedo e terminou na Praça Dom José Gaspar, que sedia a festa há cerca de três anos.

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Bloco Pilantragi em 2014

Bloco Pilantragi em 2014

Mas quem puxa esse cortejo mesmo é Rodrigo Bento, do coletivo Pilantragi, que está no Carnaval paulistano há dois anos, quando o “boom” de bloquinhos aconteceu. No último domingo (1), calcula ter levado 21 000 pessoas às ruas de Perdizes. “O Carnaval de rua é uma ação transformadora. A cidade enclausura os moradores e nossa intenção é tirá-los de dentro de casa, criando métodos de convivência entre as mais diferentes pessoas”, ensina Bento.

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E, para quem vai ao Sambódromo, a Pilantragi, a Gambiarra e a Odara também estarão no Camarote Brahma na sexta (13), sábado (14) e no desfile das campeãs (20). A ideia é garantir música boa até o sol raiar.

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