Clique e assine por apenas 6,90/mês

“Vamos fazer um governo de pacificação”, diz João Doria

Após uma campanha marcada pela polarização, o governador eleito prega a união em seu primeiro discurso

Por Redação VEJA São Paulo - Atualizado em 28 Oct 2018, 23h47 - Publicado em 28 Oct 2018, 21h35

O governador eleito João Doria (PSDB) discursou na noite deste domingo (28) no comitê da campanha ao governo ao estado, nos Jardins. “Sempre fui um agregador, sempre gentil com as pessoas, educado. Vou governar para todos, para quem votou em mim e também para quem não votou em mim”, disse Doria. “O Brasil precisa estar em paz para gerar emprego”, completou.

Na conversa, ele frisou que ligou para o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) e os dois ficaram de conversar nas próximas semanas. Durante a campanha, Doria tentou um encontro com o então presidenciável, no Rio, mas acabou não sendo recebido por ele.

Doria também disse que recebeu telefonemas de cumprimentos de seus ex-adversários, Paulo Skaff (MDB) e Márcio França (PSB), seu rival no segundo turno. “Não vou estigmatizá-lo ou odiá-lo”, contou. Agora, quer fazer uma transição tranquila. “Fiz uma transição tranquila na prefeitura, com Fernando Haddad. E não tem ninguém mais antipetista do que eu. Por que não daria certo agora, com o Márcio França?”, questionou.

Sobre sua primeira ação no governo? “A primeira ação será uma oração para proteger São Paulo e o Brasil”, respondeu.

Continua após a publicidade

Abaixo, um trecho da declaração:

Publicidade