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“Vai pra favela”, diz modelo flagrada em festa clandestina nos Jardins

Liziane Gutierrez admitiu ter cometido um erro, mas afirmou que vídeo está "fora de contexto"

Por Redação VEJA São Paulo Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
Atualizado em 27 Maio 2024, 19h56 - Publicado em 12 jul 2021, 12h40

Durante a interdição de uma festa clandestina para mais de 500 pessoas nos Jardins, a modelo Liziane Gutierrez foi gravada, sem máscara, xingando a força-tarefa da operação e o deputado federal Alexandre Frota. O caso aconteceu na madrugada deste domingo (11) e, no vídeo, a modelo manda as autoridades irem “para a favela”. 

“Vocês são uns merdas, sabe por que? Alexandre Frota assediou todo mundo nessa p*”, diz. Na sequência, ela desfere vários palavrões em direção aos policiais, e fala algumas vezes “vai pra favela”. Veja no vídeo abaixo. 

O evento ocorria em um casarão na Rua Canadá, no Jardim América, que funciona como escritório de advocacia e sediava um show da dupla sertaneja Matheus & Kauan. Os ingressos custaram entre 1 600 e 1 000 reais, sendo os mais caros para homens.  

Em sua rede social, Frota disse que a “mulher ficou descontrolada, sem máscara, às duas da madrugada, aglomerando, bebendo e resolveu xingar a Força Tarefa e eu”. Por meio do Instagram, Liziane também se manifestou, afirmando que irá esclarecer a situação por meio de uma live nesta segunda-feira (12). 

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“Poderia fazer igual aos demais e vir aqui  com texto pronto por assessoria pedindo desculpas. Eu sou sincera, sempre fui, e sempre vou ser. Estou mal com essa situação, por ter errado e por ter vídeos fora do contexto”, diz em seus stories. “Às 19h vou fazer uma live e a gente conversa. Deixem eu me explicar, depois vocês me criticam”. 

A modelo, ainda no Instagram, criticou mais uma vez o deputado federal. “Vou esperar as coisas se acalmarem um pouco para não gerar mais polêmica. Porém, o senhor Alexandre Frota, antes de apontar erros alheios, olhe para os seus”.

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Em resposta, Frota disse que estava trabalhando. “Moça, só para lembrar, eu estava trabalhando voluntariamente combatendo a pandemia. Já você estava em uma festa clandestina, aglomerando, tomando espumante e sem máscara”. Também afirmou que ele e a força-tarefa foram em uma festa na periferia de São Paulo, onde conta que não foi hostilizado durante a operação.

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