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Tutinha Carvalho, dono da Jovem Pan, compartilha post com crítica a Biden

Texto que foi compartilhado por ele ironiza: "Filhos acima de 50 anos poderão fumar craque e a instituição do casamento hétero será abolida"

Por Redação VEJA São Paulo Atualizado em 8 nov 2020, 18h01 - Publicado em 8 nov 2020, 12h22

Antônio Augusto Amaral de Carvalho Filho, conhecido como Tutinha e CEO do Grupo Jovem Pan, compartilhou no Facebook no sábado (7) um comentário que ironiza as consequências da vitória do democrata Joe Biden, eleito presidente dos Estados Unidos.

“Será proibida e punida com prisão qualquer pessoa que desejar prosseguir com o american way of life, ideologia tão prejudicial que levou a América a ser o maior país do mundo”, diz o texto, fazendo referência ao slogan usado na campanha de Donald Trump, “Make America Great Again”.

Veja o comentário completo, que depois foi excluído do Facebook:

Que delícia vai ser a América com Biden, qualquer imigrante ilegal no mundo finalmente vai poder entrar e lavar pratos em Nova York, as florestas da Califórnia, do Canadá, da Sibéria e da Amazônia NUNCA mais serão derrubadas, a legislação será muito mais rigorosa contra qualquer investimento que supostamente prejudique o meio ambiente, Venezuela e Cuba receberão tratamento privilegiado, a identidade de gênero será expandia para as 14 diferentes sexualidades latentes ao ser humano, a China poderá exportar tudo que desejar mesmo que empregos nos EUA tenham que ser cortados, filhos acima de 50 anos poderão fumar craque e a instituição do casamento hetero será abolida. O triunvirato, Clinton Obama, Harris, será a principal instância para as decisões estratégias do governo. O terrorrismo internacional será tolerado em nome de uma distenção política, e finalmente, será proibida e punida com prisão, qualquer pessoa que desejar prosseguir com o american way of life, ideologia tão prejudicial que levou a América a ser o maior país do mundo“.

Facebook/Reprodução

Joe Biden alcançou mais de 270 delegados no Colégio Eleitoral, número suficiente para derrotar o republicano Donald Trump. Ele é o 46º presidente dos Estados Unidos.

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