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Sem urna eletrônica, zona eleitoral de São Paulo adota votação manual

Caso ocorreu na 347ª zona eleitoral em Vila Matilde, na zona leste

Por Agência Brasil 29 nov 2020, 15h02

Eleitores que foram à 347ª zona eleitoral, na Vila Matilde, Zona Leste, não conseguiram votar pela urna eletrônica. Como o equipamento não pode ser substituído, foi necessária a adoção da votação manual, por cédulas. A medida está prevista nos procedimentos de contingência da Justiça Eleitoral como último recurso para não interromper a votação.

No caso das urnas eletrônicas substituídas, os votos que já haviam sido registrados na urna que teve problemas são transferidos para a urna substituta, segundo a Justiça Eleitoral. De acordo com o boletim das 14h, 0,33% das urnas usadas neste segundo turno apresentaram defeito.

São Paulo, estado no qual o segundo turno ocorre em 16 cidades, incluindo a capital, segue como estado que mais precisou trocar urnas eletrônicas. Foram 146 equipamentos substituídos até o meio da tarde (até a hora do almoço foram 107).

Em seguida, vem Rio de Janeiro, onde há segundo turno em cinco cidades, incluindo a capital. Lá, 129 urnas foram substituídas, segundo o boletim de meio-dia. Outros 37 equipamentos foram trocados no Ceará, onde ocorre votação em dois municípios, entre os quais a capital Fortaleza.

No Rio Grande do Sul, em que há votação em Porto Alegre e outras quatro cidades, foram 21 urnas trocadas. Em Sergipe, onde o segundo turno acontece em apenas uma cidade, a capital Aracaju, 20 urnas precisaram ser trocadas até o momento, mesmo número registrado em Minas Gerais (quatro cidades).

Ao todo, o TSE reservou 97 024 urnas para votação em todas as 57 cidades brasileiras em que há segundo turno nas eleições deste ano. Outros 48.231 foram separadas para ficar em reserva de contingência. Neste domingo, 38 milhões de brasileiros estão aptos a votar para escolher o próximo prefeito de sua cidade.

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