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Sem dinheiro, 180 colombianos dormem no Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos

Imigrantes tentam obter voo humanitário para voltar para casa

Por Redação VEJA São Paulo - 23 May 2020, 13h59

Um grupo de 180 imigrantes colombianos está dormindo no Aeroporto Internacional de Cumbica, em Guarulhos, à espera de um voo humanitário que possa levá-los para seu país de origem. Sem dinheiro, eles dormem no saguão, em meio às cadeiras. A cada dia o número aumenta.

Entre os cidadãos da Colômbia estão turistas, estudantes e imigrantes que vieram ao país, cada um com seu motivo, e não conseguiram dinheiro para retornar. Há muitas crianças. Há casos também de pessoas que ficaram presas no país após o cancelamento de voos.

Aos grupos foram oferecidas passagens que custam entre 2 300 e 2 500 reais. Quem teve passagem cancelada poderia comprar novos bilhetes por 770 reais, mas praticamente ninguém consegue arcar com os custos.

Eles pedem que o governo de seu país organize um voo humanitário, sem cobrança de passagens, ou envie um avião da Força Aérea local para resgatá-los.

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