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São Paulo tem prejuízo de 150 milhões de reais com greve

Prefeito Bruno Covas faz apelo para que paralisação dos caminhoneiros termine na cidade

Por Adriana Farias 28 Maio 2018, 15h13

Com a greve dos caminhoneiros, que já dura uma semana, a cidade de São Paulo teve prejuízo entre 100 e 150 milhões de reais, segundo estimou a prefeitura em coletiva de imprensa na manhã desta segunda-feira (28).

A perda tem a ver com serviços que deixaram de ser prestados na área da saúde, educação, assistência social e transportes, entre outros.

“Faço um apelo para a situação voltar à normalidade”, disse o prefeito Bruno Covas. “São quase 13 milhões de paulistanos impactados. O movimento grevista precisa cessar, pois não dá para a população continuar sofrendo”.

De acordo com a prefeitura, a coleta de lixo continua suspensa. Na manhã desta segunda, 68% da frota de ônibus operou na cidade, e à noite deve ficar concentrada em 70%. Só doze das mais de 1 300 linhas da cidade tiveram problemas para sair das garagens.

Apenas as cirurgias de emergência estão sendo feitas na rede municipal de saúde e a prefeitura está monitorando a falta de profissionais nas unidades básicas. Também está sendo averiguada a possibilidade de faltar merenda nas escolas a partir de amanhã.

Três postos de combustíveis que estavam sendo usados pela prefeitura foram liberados nesta segunda para a Eletropaulo e a Comgás abastecerem seus veículos.

“O comitê de crise também está ampliando o leque de preocupações para além dos serviços da prefeitura e vendo as situações nos hospitais privados e farmácias”, disse o prefeito.

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