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Rotina sofrida

Histórias de paulistanos que enfrentaram as consequências dos protestos das últimas semanas

Por João Batista Jr. e Juliana Deodoro [colaboraram Daniel Bergamasco, Nathalia Zaccaro, Mariana Barros e Júlia Gouveia] Atualizado em 1 jun 2017, 17h40 - Publicado em 14 jun 2013, 19h58

“As paredes da minha casa foram todas rabiscadas com dizeres ‘3,20 é roubo’ e símbolos anarquistas. Eu me senti muito impotente, pois não havia nada que pudesse fazer para impedi-los.”

Madalena Silva, funcionária de um salão de beleza 

+ Tiros, bombas e truculência

+ A turma que carrega a bandeira irrealista do transporte de graça

+ Um protesto por dia, quem aguenta?

 

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“Poderiam fazer o protesto de manhã, desse jeito atrapalhariam mais o patrão que o empregado.”

Bruno Garcia, estudante de direito 

Stella Venancio -  Protestos - 2325
Stella Venancio – Protestos – 2325

“Não sou liberada mais cedo do trabalho e, toda vez que o metrô fecha, perco minha aula.”

Stella Venancio, operadora de telemarketing 

Lucas Gallo - Protestos - 2325
Lucas Gallo – Protestos – 2325

“Como sabia que hoje haveria outra manifestação, trouxe uma máscara para me proteger da quebradeira.”

Lucas Gallo, estudante de marketing

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