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Polícia prende quatro por extorquir ambulantes nas ruas do Brás

Um deles aparece em vídeo agredindo um dos comerciantes da região; confira

Por Redação VEJA São Paulo Atualizado em 27 jun 2022, 15h24 - Publicado em 27 jun 2022, 15h22

A Polícia Civil prendeu nesta segunda-feira (27) quatro pessoas suspeitas de lotearem irregularmente espaços das ruas da Brás, tradicional ponto de comércio popular da capital, e extorquir os ambulantes.

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Os agentes flagraram o grupo fiscalizando a movimentação da rua e cobrando pela entrada e saída daqueles que pretendiam expor os seus produtos para venda.

Uma denúncia obtida a partir de relatos de uma das vítimas levou os policiais a identificarem Eduardo Gonçalves, mais conhecido como Parrudo, apontado como um dos integrantes do grupo criminoso e suspeito de praticar agressões contra comerciantes da região. Além dele foram detidos Diego Santos Sousa e Deikson Pereira Gaspar, todos acusados de envolvimento com o esquema na região.

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Com eles foram localizados lista dos comerciantes, recibos, celulares, radiocomunicador e dinheiro. Um dos aparelhos apreendidos continha uma cena de agressão contra comerciantes da região praticada pelos criminosos. Confira abaixo

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O líder do grupo é apontado como sendo Peterson Batista, foragido da Justiça e que não foi localizado na operação desta segunda.

Uma mulher também foi detida, mas não teve o seu nome revelado. Segundo a polícia, ao avistar os policiais, ela tentou fugir em uma camionete pertencente a Perterson, conhecido no meio criminoso por “Tetinha”. Existe a suspeita de que ela tenha envolvimento com o líder do bando e usaria o veículo para auxiliar na fuga do suspeito.

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Investigações

A presença de bandos que loteiam as ruas foi detalhada em uma ampla reportagem da Vejinha publicada no dia 16 de junho. Ela revelou que a Polícia Civil investiga a ação desses grupos criminosos há cerca de um ano e apura relatos de casos de tortura, ameaças, sequestros e lavagem de dinheiro.

A reportagem mostrou ainda que no dia 23 de maio, doze pessoas foram presas acusadas de fazer parte de um desses bandos, comandado por Manoel Simião Sabino Neto, 44, presidente de uma associação de concessionários do Circuito das Compras e da Associação Desportiva São Caetano, time de futebol do ABC.

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