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Polícia desmente onda de sequestro de crianças em São Paulo

Disseminação de boatos via redes sociais provocou muita apreensão entre pais

Por Redação - Atualizado em 27 dez 2016, 20h12 - Publicado em 16 dez 2016, 12h24

A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP) divulgou no último dia 15 uma nota desmentindo a existência de um surto de rapto de crianças no estado. Nas últimas semanas, grupos de WhatsApp foram bombardeados com áudios e informações inverídicos sobre o sequestro de menores em ruas, parques e até shoppings.

Em um desses arquivos, um homem que diz ser de um setor de inteligência da polícia, mas não se identifica, confirma a história e pede atenção aos pais. Segundo a SSP, uma mulher que trabalha em um instituto de pesquisa foi abordada pela polícia, esta semana, em São Bernado do Campo, após moradores desconfiarem da postura dela na rua e pedirem ajuda. Ela foi liberada no mesmo momento.

A boataria começou a ganhar força após a própria polícia paulista divulgar o retrato oficial de um casal que tentou levar uma criança das mãos da mãe, no Ipiranga. A partir daí, as imagens do homem e da mulher correram a internet em montagens citando outras localidades, como Guarulhos e Osasco. O caso do Ipiranga segue sob investigação e não há nenhuma relação com outros supostos acontecimentos e, outras localidades.

Confira a íntegra da nota da secretaria:

“A SSP esclarece que não há onda de sequestros de crianças no Estado de São Paulo e não há nenhum registro deste tipo de crime.

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Falsas notícias têm circulado nas redes sociais, alarmando as pessoas ao atribuir crimes às quadrilhas especializadas ou facções criminosas.

A Polícia Militar reitera que todas as denúncias ou suspeitas devem ser encaminhadas ao 190, evitando-se a propagação de pânico e boatos.

Shoppings estendem o horário de funcionamento até o Natal

A Polícia Militar informa ainda que nesta terça-feira (13), devido a uma ocorrência registrada em novembro no 26º. DP, uma mulher abordada em São Bernardo, na região metropolitana de São Paulo, foi identificada como funcionária de um instituto de pesquisas de opinião.

Moradores da região acionaram a polícia ao suspeitarem da atuação profissional da mulher.

A Secretaria de Segurança Pública esclarece ainda que a Polícia Civil investiga todas as denúncias registradas e o setor de inteligência policial monitora os boatos divulgados nas redes sociais”.

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