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Paulistas consomem em média 1,5 caixa de remédios por mês

De acordo com pesquisa inédita, medicamentos para distúrbios nervosos e problemas cardíacos lideram as prescrições

Por Redação VEJA São Paulo 15 jan 2019, 11h44

Entre janeiro e novembro de 2018, no estado de São Paulo, 85.071 beneficiários de programas empresariais de assistência farmacêutica consumiram 1.399.590 unidades de remédios, o equivalente a 1,5 caixa por paciente. O número está abaixo da média nacional, de 2,6 caixas. É o que aponta um levantamento da ePharma, empresa de gerenciamento de programas de benefícios de medicamentos (PBM) no Brasil.

Do total de medicamentos acima, a maior parte ( 17,5%) são para tratamento do sistema nervoso. Os remédios para o combate à pressão alta e problemas cardíacos (15,7%); e para doenças digestivas (14,3%) ocupam a segunda e terceira posição, respectivamente.

Ainda segundo o estudo, 55,16% correspondem a medicamentos de prescrição (tarja vermelha); 18,44% referem-se a venda com retenção (há tarjas preta e tarjas vermelhas, como antibióticos); 12,83% são isentos de prescrição médica (MIPs) e 13,57% representam não medicamentos.

Entre os cinco remédios preferidos pelos paulistas, o primeiro lugar vai para o Puran T4 (reposição hormonal da tireoide), seguida pela Dipirona Sódica (genérico). Na terceira e quarta colocações, seguem o Dorflex (indicado para dor de cabeça e muscular) e o Rivotril, tranquilizante de tarja preta. O quinto lugar fica para a Aspirina Prevent, para afinar o sangue, evitar infarto e melhorar circulação do sangue nas artérias.

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