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Obra de grafiteiro colore casarão histórico na Avenida Paulista

Casa abrigará ação de marketing de marca de acessórios esportivos

Por Redação VEJA São Paulo Atualizado em 10 mar 2017, 19h19 - Publicado em 6 mar 2017, 10h50

Desocupado desde agosto do ano passado, quando deixou de abrigar uma agência bancária lá instalada há pelo menos dez anos, o casarão estilo suíço localizado no número 1 811 da Avenida Paulista, esquina com a Alameda Ministro Rocha Azevedo, recebeu intervenção do grafiteiro Arlin Cristiano nos últimos dias.

A obra faz parte de uma ação de marketing da marca Nike, segundo o próprio artista anunciou em sua conta no Instagram no último dia 4: “Minha INSTALAÇÃO PARA #NIKE #PIRANOMEUAIR #NIKEAIRMAX #SÃOPAULO #BRASIL #3 d #volumetria #volumetria3d”, escreveu na legenda da foto que mostrou a fachada colorida.

  • Procurada, a marca informou que o espaço ficará aberto entre os dias 11 e 26 de março e abrigará pocket shows e outros eventos em comemoração aos 30 anos do modelo do tênis Air Max (confira nas fotos abaixo). Para acessar o espaço, é preciso se inscrever no site a partir desta quarta-feira (8). Em todas as atrações há limite de público.

    Durante a inauguração do espaço, que aconteceu na última quarta (8), a Nike convidou oito mulheres da cena cultural e esportiva. São elas: as atletas patrocinadas pela Nike, Leticia Bufoni e Rafaela Silva, a cantora Karol Conká, a artista Panmela Castro, a ativista Juliana Luna e as jovens irmãs Tracie e Tasha, do blog Expensive Shit.

    A casa funcionará sempre aos sábados das 12 às 16h – com uma atração especial a partir das 17 horas – ,e aos domingos, das 12 às 22h.

    No clique, o time de mulheres que representam a ação da marca. divulgação/Veja SP

    Também haverá atrações que ocuparão os cômodos do casarão como um espaço para o público criar músicas e “virar VJ por um dia”, outro chamado “Sneaker Refresh”, para limpeza e dicas de cuidados com tênis de couro; na sala “Nike.com”, será possível fazer a compra de produtos e uma em que serão oferecidos serviços de cabeleireiro, barba, maquiagem e manicure.

    Os proprietários do endereço, construído por volta de 1890 pelo engenheiro Joaquim Eugênio de Lima, responsável por projetar a Avenida Paulista, pediam até setembro do ano passado 28 000 reais de aluguel por um dia de evento.

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