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Mulher que amamentava na mostra do Mickey relata proibição

Organização da exposição têm outra versão para a situação ocorrida com Michelle Chechter, entenda o caso

Por Redação VEJA São Paulo Atualizado em 23 mar 2019, 20h44 - Publicado em 23 mar 2019, 20h02

Em seu perfil no Facebook, a ginecologista Michelle Chechter relatou que ao amamentar seu filho durante uma visita à exposição Mickey Mouse 90 anos, no Shopping JK Iguatemi, teria sido interpelada de forma grosseira por uma funcionária que disse ser proibido tal ato naquele lugar. “Ela disse que eu deveria sair da exposição e ir para o ‘local do shopping destinado para amamentação’”, conta.

Ainda na mesma postagem, ela diz que os problemas começaram já na entrada, quando soube que não poderia transitar com o carrinho da filha, sendo necessário levá-lo no colo. “Achei um absurdo por se tratar de uma exposição destinada ao público infantil, mas entendo que o local não comporta, então acredito que deveriam avisar isso previamente.”

 

 

Em nota à imprensa, a organização da mostra desmente a versão da mãe. Diz que o pedido aconteceu devido à médica amamentar em uma poltrona que fazia parte da cenografia. O tom também seria de sugestão, com a oferta de duas possibilidades. Confira abaixo o texto na íntegra.

Sobre a mãe que alega ter sido impedida de amamentar, a exposição informa que ao parar dentro da mostra para amamentar o filho, ela utilizou uma, literalmente, a poltrona do Mickey, peça que compõe o cenário. A organização da exposição entendendo a necessidade da mãe e do bebê, sugeriu a ela duas possibilidades: uma poltrona dentro da loja, ao final da exposição, ou o fraldário do shopping, localizado há pouco mais de 10 metros do local da exposição. Assim, reforça que não é verdade que ela tenha sido proibida ou convidada a se retirar da exposição, mas apenas orientada a não utilizar um elemento do cenário que, assim como em museus, não pode ser utilizado para nenhum outro fim que não a exposição ao público.

Exposição Mickey 90 Anos

VEJA SÃO PAULO tentou contato com Michelle Chechter, mas não obteve retorno até a publicação da matéria.

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