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Mulher diz ter sido espancada por seguranças da casa noturna Villa Mix

Caso teria acontecido na madrugada de domingo (5)

Por Redação VEJA São Paulo - Atualizado em 7 May 2019, 17h43 - Publicado em 7 May 2019, 11h25

A empresária Taynara Diniz, de 29 anos, postou um relato no Instagram em que afirma ter sido agredida por vários seguranças do Villa Mix, clube localizado na Vila Olímpia, Zona Sul de São Paulo. O caso teria acontecido na madrugada de domingo (5), quando a jovem visitou o local com uma amiga por volta das 3 horas da manhã.

No texto, a mulher conta que um homem jogou bebida na sua cara e, quando tentou reagir, foi contida por seguranças e levada para uma sala nos fundos da casa noturna. Após ser separada de sua amiga, Taynara relata ter sido agredida por pelo menos cinco seguranças, que também teriam pegado seu celular quando ameaçou chamar a polícia.

“Levei socos na cabeça, nos olhos, nas costas, chutes nas pernas, tive o meu vestido rasgado, além da humilhação que passei. Outras três testemunhas ouviram os meus gritos de desespero e socorro do lado de fora do local, e começaram a bater no portão, pedindo que liberassem a pessoa que estava ali sendo espancada”, conta.

Taynara conta ainda que só devolveram seu celular depois que a polícia já estava no local e seu pai utilizou o recurso “encontrar meu iPhone, que mostra onde o aparelho está. “Menos de 5 minutos depois o celular foi entregue por um faxineiro da casa a um policial, falando que meu celular foi encontrado no lixo”, diz.

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O caso foi registrado no 27º DP, no Campo Belo, e foi transferido para o 96º, na Berrini.

https://www.instagram.com/p/BxIr_LTg3xE/

Em nota, o Villa Mix afirma que: “na data referida, a jovem acusadora, conforme ela mesmo admite, teve um desentendimento com outro cliente gerando tumulto capaz de colocar em risco a integridade física dos envolvidos e de terceiros. Nesse momento, a equipe de segurança, composta de colaboradores de empresa terceirizada e especializada em eventos/casas noturnas, foi acionada para resolver a situação.

A equipe de colaboradores da empresa de segurança relata que, ao abordarem a jovem acusadora, conforme restou relatado perante a autoridade policial (Boletim de Ocorrência número 4029-2019), a mesma se mostrava descontrolada, em razão da discussão que teve com o outro cliente, inclusive teria agredido física e moralmente os colaboradores.

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A empresa informa que está acompanhando a apuração dos fatos e colaborará com as autoridades policiais para a responsabilização pelo lamentável acontecimento e determinou à empresa de segurança terceirizada o afastamento imediato dos seguranças envolvidos até que os procedimentos oficiais de apuração sejam concluídos.

Por fim, a empresa reitera que repudia qualquer tipo de violência, discriminação, racismo e qualquer tipo de agressão à mulher ou prática oposta à sua finalidade: proporcionar momentos de alegria e descontração.”

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