Movimentação em frente à casa de Joesley Batista é intensa

Empresário da JBS teve prisão decretada pelo STF e pode se entregar a qualquer momento neste domingo (10); ele está em um de seus imóveis nos Jardins

O Supremo Tribunal Federal (STF), em nome do ministro Edson Fachin, acatou o pedido do procurador-geral Rodrigo Janot determinando a prisão dos delatores Joesley Batista e Ricardo Saud, ambos da JBS.

Por conta disso, a movimentação de jornalistas e fotógrafos em frente aos imóveis de Batista e de sua família na região dos Jardins, área nobre da capital paulista, é intensa. Isso porque o empresário negocia se entregar a qualquer momento porque quer evitar uma incursão de policiais em sua residência.

Concentração de profissionais da imprensa em frente a casa de Joesley Batista, na Rua França, nos Jardins

Concentração de profissionais da imprensa em frente a casa de Joesley Batista, na Rua França, nos Jardins (Oslaim Brito/Veja SP)

Logo de manhã cedo a maior concentração era na casa dele na Rua França, no Jardim Europa. Havia dezenas de profissionais da imprensa entre curiosos aguardando por qualquer notícia. Por volta das 12h40, a informação obtida no imóvel era de que familiares estavam se deslocando para um dos três apartamentos da família do empresário na Rua Haddoc Lobo, no Jardim Paulista, e já se concentravam no local ao menos trinta profissionais da imprensa. Às 12h45, chegou no prédio em um porsche Ticiana Villas Boas, jornalista e esposa de Josley Batista denotando que o empresário estaria no local e poderia se entregar a qualquer momento, porém ele não foi visto.

Joesley Batista possui três apartamentos na Rua Haddoc Lobo, também nos Jardins

Joesley Batista possui três apartamentos na Rua Haddoc Lobo, também nos Jardins (Oslaim Brito/Veja SP)

O pedido de prisão temporária foi solicitado após o procurador-geral Rodrigo Janot anunciar a abertura de uma investigação para apurar possíveis irregularidades nas negociações da colaboração mantidas com o Ministério Público. Uma gravação obtida mostra Joesley e Saud indicando uma possível atuação de Marcelo Miller no acordo de delação quando ele ainda era procurador. Janot também pediu a prisão dele, mas não foi acatada pelo STF. Para Janot houve descumprimento de pontos das cláusulas dos acordos e omissão de má-fé e eles foram suspensos.

Comentários
Deixe um comentário

Olá,

* A Abril não detém qualquer responsabilidade sobre os comentários postados abaixo, sendo certo que tais comentários não representam a opinião da Abril. Referidos comentários são de integral e exclusiva responsabilidade dos usuários que escreveram os respectivos comentários.

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s