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Motorista que teve corpo queimado por assaltantes segue na UTI

Crime ocorreu na noite de sexta (7). Bandidos atearam fogo após vítima informar ter apenas 100 reais

Por Redação VEJA SÃO PAULO Atualizado em 5 dez 2016, 15h55 - Publicado em 9 jun 2013, 14h25

O analisa financeiro Marcelo Gonçalves da Silva, de 41 anos, que teve partes do corpo queimadas por assaltantes na noite de sexta (7), foi diagnosticado com queimaduras de segundo e terceiro graus, segundo informa o boletim médico do Hospital São Luiz, no Morumbi, onde a vítima segue internada.

De acordo com o hospital, o paciente “encontra-se clinicamente estável, na UTI, sem previsão de alta”. As queimaduras atingiram as mãos, braços, pescoço e rosto de Marcelo.

Na sexta (7), por volta das 21h30, o analista financeiro foi abordado por bandidos próximo à uma agência bancária na Avenida Engenheiro Luís Carlos Berrini. Os assaltantes o fizeram voltar para o automóvel. Um deles assumiu a direção, enquanto o outro sentou-se com ele no banco de trás. Durante o percurso, foi jogado líquido inflável na roupa da vítima.

Os bandidos exigiram dinheiro. Quando o analista informou ter apenas 100 reais, um dos suspeitos ateou fogo nele com um isqueiro. Em pânico, a vítima abriu a porta e se jogou do veículo em movimento, próximo à ponte do Morumbi. Ele correu para o outro lado da via e pediu ajuda a um taxista quie passava pelo local. À polícia, ele informou ainda que os suspeitos não possuíam armas de fogo. O caso foi registrado pelo 89º DP (Morumbi).

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