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Motoqueiros de aplicativos realizam ato na capital e paralisam vias

Manifestação foi organizada após uma empresa de delivery de restaurantes diminuir valor mínimo do frete

Por Guilherme Queiroz 7 nov 2018, 19h31

Uma manifestação dos motoqueiros que prestam serviços para empresas especializadas em delivery terceirizado, como a Glovo, iFood, Rappi e Uber Eats, ocupa avenidas da capital desde o final da tarde e até o começo da noite desta quarta (7). O ato iniciou na Avenida Engenheiro Luís Carlos Berrini, passou pela Avenida Paulista, seguiu na Avenida Rebouças e tem previsão para terminar o trajeto na Ponte Estaiada, na Marginal Pinheiros.

Os entregadores contam que iniciaram a paralisação após um dos serviços, a Rappi, diminuir o valor mínimo do frete. O presidente da Associação de Motofretistas de Aplicativos e Autônomos do Brasil, Edgar Silva, afirma que o valor antes era de 6,90 reais e caiu nessa semana para 5,10. A exigência dos manifestantes é que o valor suba agora para 8,90 reais.

Associação dos Motofretistas de Aplicativos e Autônomos do Brasil/Divulgação

Além dessa reivindicação, a categoria exige também melhor atendimento no suporte das empresas. Segundo Silva, o serviço é lento. “Ficamos horas parados quando temos um problema com uma entrega, o que faz com que não conseguimos atender a outros pedidos”.

Participam também do ato os prestadores que optam por utilizar a bicicleta para suas entregas. A Polícia Militar acompanha a manifestação, que segundo a organização, conta com aproximadamente 500 participantes.

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