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Jornalista e escritor Gilberto Dimenstein morre em SP aos 63 anos

Autor de mais de 10 livros, ganhador de prêmios literários e fundador do site Catraca Livre, ele lutava contra um câncer no pâncreas desde 2019

Por Redação VEJA São Paulo 29 Maio 2020, 11h26

O jornalista e escritor Gilberto Dimenstein morreu em São Paulo nesta sexta-feira (29). Autor de mais de 10 livros, ganhador de prêmios literários e fundador do site Catraca Livre, ele lutava contra um câncer no pâncreas desde 2019.

Nascido em 28 de agosto de 1956, em São Paulo, Dimenstein iniciou no jornalismo em 1977, na revista Shalon, da Comunidade Judaica no Brasil, após se formar na Faculdade Cásper Líbero. Ele ganhou dois Prêmios Esso de Jornalismo — em 1988, na categoria Principal, com a reportagem “A Lista da Fisiologia”, e, no ano seguinte, na categoria Informação Política com “O Grande Golpe”, ambas publicadas pela Folha de S. Paulo. Ele também conquistou dois Prêmios Libero Badaró de Imprensa e o Prêmio Jabuti de Literatura de Melhor Livro de Não-Ficção em 1993, com “O Cidadão de Papel”.

Ele trabalhou também como colunista no jornal Folha de S. Paulo e como comentarista da rádico CBN, dos quais se desligou para se dedicar ao site Catraca Livre, uma plataforma multimídia de jornalismo educativo que divulga atividades culturais gratuitas em São Paulo. Na “Folha de S. Paulo”, foi diretor da sucursal de Brasília e correspondente em Nova York, nos Estados Unidos.

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Dimenstein também trabalhou em veículos como a revista VEJA, Jornal do Brasil e Correio Braziliense.

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