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Homem que matou esposa por briga sobre futebol vira réu por feminicídio

Empresário Leonardo Ceschini responde em liberdade pelo assassinato da representante comercial Érica Ceschini

Por Redação VEJA São Paulo 11 set 2021, 14h49

A Justiça de São Paulo aceitou a denúncia do Ministério Público (MP) e tornou réu por feminicídio o empresário Leonardo Souza Ceschini, 34, que confessou ter matado a esposa, Érica Fernandes Ceschini, 34, após uma briga por causa de futebol. Torcedor do Corinthians, o acusado disse que os dois discutiram depois da final da Copa Libertadores, em 30 de janeiro, vencida pelo Palmeiras, time de Érica.

No momento da briga, os vizinhos do casal chamaram a Polícia Militar. Quando os agentes chegaram, viram a mulher morta no chão da cozinha. A arma do crime foi uma faca. O agora réu foi preso em flagrante, mas foi solto no mês seguinte, sob a alegação de que o MP perdeu o prazo para se manifestar, e vai aguardar o julgamento em liberdade.

Além do assassinato, a polícia investiga se o pai de Leonardo furtou do apartamento de ambos um carro, duas televisões, um microondas, joias e alguns eletrodomésticos.

Os filhos do casal, que são gêmeos e têm 2 anos, estão com os pais de Érica.

 

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