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Gabigol paga caro por extinção de processo após ser flagrado em cassino

O jogador de futebol aceitou acordo com o Ministério Público em audiência nesta segunda (26); MC Gui e Rafael Vanucci também estavam em festa

Por Redação VEJA São Paulo 26 abr 2021, 18h01

Gabriel Barbosa Almeida, o Gabigol, aceitou acordo com a Justiça de São Paulo nesta segunda-feira (26) e irá pagar 100 salários mínimos, o equivalente a cerca de R$ 110 000, ao Fundo Municipal da Criança e do Adolescente em troca da extinção do processo de crime contra a saúde pública.

Ele foi flagrado no dia 14 de março em um cassino clandestino na Zona Sul da cidade desrespeitando medidas sanitárias contra a Covid-19A lei prevê pena de um mês a um ano de detenção, além de multa pelo crime contra a saúde pública, caso o acusado seja condenado. 

A videoconferência foi realizada na tarde desta segunda-feira e durou menos de 10 minutos. Durante o período, o jogador de futebol não comentou o caso e apenas aceitou os termos do acordo, que foi proposto pelo Ministério Público.

O funkeiro MC Gui e Rafael Vanucci, filho da cantora Vanusa, também estavam dentro do cassino e foram detidos pela Polícia Civil. Eles foram levados até a delegacia, onde assinaram um Termo Circunstanciado por crime contra a saúde pública.

Rafael aceitou proposta de pagar 4 salários mínimos, cerca de R$ 4.400 pela extinção do processo. O valor leva em consideração a capacidade econômica de cada um.

Já MC Gui ainda passa por processo de avaliação de eventuais antecedentes criminais para que o Ministério Público siga ou não com a sugestão da transação. Outras 13 pessoas, das 22 autuadas no cassino, foram ouvidas e também aceitaram propostas semelhantes.

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