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Funcionária tem braço quebrado após pedir para cliente usar máscara

Adriana da Silva, que trabalha em uma padaria, foi agredida com chutes e ficou com o olho roxo; autor das agressões foi liberado na delegacia

Por Redação VEJA São Paulo 15 jun 2021, 11h12

Adriana Araújo da Silva, funcionária de uma padaria, teve seu braço quebrado por um homem depois que pediu para ele colocar a máscara dentro do estabelecimento. O caso aconteceu na última sexta-feira (11) em Palmares Paulista, no interior de São Paulo. 

De acordo com Adriana, Márcio Roberto Rodrigues, 45, estava usando o equipamento de proteção contra a Covid-19 no queixo, sem cobrir propriamente a boca e o nariz. Ela advertiu o cliente, que ficou irritado e partiu para a agressão. 

Primeiro, ele entrou na área onde ficam os funcionários e perseguiu a vítima. Depois de alcançá-la, derrubou-a com uma rasteira e acertou um chute no seu braço. Adriana tentou fugir para outro local, mas foi agredida novamente com uma joelhada no rosto. 

Márcio Rodrigues, no segundo estabelecimento, também agrediu o dono do lugar. Moradores que presenciaram a cena se revoltaram, tentaram agredir o homem e, em seguida, acionaram a polícia.

A funcionária foi socorrida e precisou passar por uma cirurgia no hospital de Catanduva por conta de uma fratura no braço lesionado. Ela foi liberada depois de dois dias, recebendo alta no último domingo (13).

Segundo o Boletim de Ocorrência, Rodrigues passou por um atendimento médico e depois foi encaminhado a uma delegacia. Lá, com seu advogado, não quis prestar depoimento, mas foi liberado.

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