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Flordelis diz que ela e o marido tiveram relações sexuais no carro na noite do assassinato

Em entrevista, deputada negou suposta ida à casa de swing com Anderson do Carmo no dia da morte do pastor

Por Redação VEJA São Paulo Atualizado em 1 set 2020, 14h36 - Publicado em 1 set 2020, 14h21

A deputada federal Flordelis, acusada de ser a mandante do assassinato do próprio marido, Anderson do Carmo, deu uma entrevista para o programa Conexão Repórter, do SBT, que foi ao ar na segunda-feira (31). Em conversa com o jornalista Roberto Cabrini a parlamentar relembrou a noite do assassinato do pastor e rebateu pontos da investigação do caso.

A polícia investiga a possibilidade do casal ter ido a uma casa de swing no bairro do Botafogo, no Rio de Janeiro, na madrugada do dia 16 de junho de 2019, quando ocorreu a morte de Anderson, mas ela negou que frequentou um estabelecimento do tipo. “Fomos para Copacabana, andamos no calçadão, andamos na praia, depois fomos pro carro”. Flordelis afirma então que eles tiveram relações sexuais dentro do veículo. “Ele [Anderson] pegou uma pista deserta, não prestei atenção no caminho. Nós paramos ali, namoramos, que era uma coisa normal nossa na estrada”, afirmou.

“Ele me beijou bastante. Eu sentei no capô do carro. Tivemos [relações sexuais]. Falei: ‘Amor, amanhã a gente vai acordar cedo, né”, disse então ela, que afirma que o momento ocorreu por volta das 2h. Em seguida a deputada afirmou que viu uma moto seguindo o carro.

“Uma moto saiu de uma rua transversal, com dois rapazes, não sei se eram rapazes ou mulher. De imediato, olhei pra mão deles pra ver se tinha alguma arma, não tinha, continuei jogando meu joguinho de celular”. Flordelis disse que a moto os teria seguido até Niterói, onde fica a casa da família. A polícia afirma que não encontrou sinais de uma moto nas imagens de segurança da região do crime.

Relembre aqui o caso Flordelis.

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