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Fique atento às visitas domiciliares que podem ser golpes

Nesta semana, ladrões fingiram ser membros de hospital para roubar casas

Por Redação VEJA São Paulo Atualizado em 20 mar 2020, 14h49 - Publicado em 20 mar 2020, 14h47

Na semana em que o Hospital Israelita Albert Einstein alertou seus pacientes para um golpe que grupos estão aplicando na cidade, surgiram relatos de que uma situação semelhante vem ocorrendo na capital. Segundo denúncias, um telefone falso do Einstein aparecia em sites de buscas de quem procura exames para o Covid-19. Os suspeitos, então, coletaram os dados, foram até a casa fingindo ser profissionais de saúde e realizaram um assalto.

Procurada, a Secretaria da Segurança Pública afirma que nenhum caso foi registrado nas delegacias paulistanas. Mesmo assim, o centro médico publicou um comunicado e alterou a forma de contato. “Se você pedir o serviço do Einstein Até Você, confira sempre a identificação da equipe. Não fazemos mais agendamentos por WhatsApp”.

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Atenção! Os colaboradores do Einstein que aplicam vacinas em casa e fazem coleta domiciliar de exames usam uniforme e crachá da instituição. Se você pedir o serviço Einstein Até Você, confira sempre a identificação da equipe. Não fazemos mais agendamentos por WhatsApp. Para saber mais informações e as formas de agendamento, acesse o link na bio.

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Golpes de bandidos que se passam por prestadores de serviço são comuns, e muitos fingem ser funcionários da prefeitura para entrar nas casas. Segundo o secretário municipal da Saúde, Edson Aparecido, a cidade possui 10 000 agentes comunitários, que fazem visitas diárias. Todos precisam estar identificados com crachá visível.

Em caso de dúvidas, o munícipe pode solicitar ajuda da Polícia Militar ou ligar 156 antes de abrir a porta de casa.

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